Testagem de produtos para verificar contaminação por coronavírus é processo 'extremamente complexo', diz BRF

Executivos da empresa afirmam, porém, que carne é fabricada em ambiente higienizado e que investe em medidas para conter disseminação. China barrou exportações de duas instalações da companhia. Nos locais de produção onde os equipamentos inviabilizam a distância mínima é montada também uma estrutura entre os trabalhadores BRF/Reprodução A testagem de produtos para aferir uma potencial contaminação por coronavírus, como quer a China, é um processo “extremamente complexo”, disseram executivos da BRF nesta quinta-feira (13), acrescentando que a empresa perdeu negócios de exportação no segundo trimestre em meio à pandemia. China suspende exportação de 6 frigoríficos brasileiros China diz que detectou coronavírus em frango importado do Brasil Os executivos afirmaram que apesar das dificuldades logísticas para testar as cargas de alimentos, a empresa pode garantir que seus produtos são seguros para o consumo, pois eles são produzidos em fábricas "higienizadas". Após surtos da doença, incluindo em uma fábrica de produtos de carne suína na cidade de Lajeado e em uma de carne de frango em Dourados, a China barrou exportações das duas instalações da BRF. Controle da disseminação Executivos da BRF disseram que a empresa gastou milhões para controlar e prevenir a disseminação do vírus, confirmando que maiores despesas relacionadas à Covid-19 pesaram em seu desempenho financeiro do segundo trimestre. Os executivos também disseram que não há funcionários da empresa que testaram positivo para Covid-19 atualmente trabalhando em suas fábricas. “Sem dúvida que existem casos de Covid em frigoríficos”, disse o presidente-executivo da BRF, Lorival Luz, em conversa com jornalistas. Ele não comentou se algum funcionário da BRF morreu da doença, mas afirmou que qualquer pessoa que teste positivo é imediatamente afastada do trabalho nas fábricas da empresa. Na quarta-feira, a BRF informou que teve que suspender preventivamente, com remuneração, cerca de 8.200 funcionários, após o início da pandemia. A empresa contratou cerca de 6.700 trabalhadores temporários para substituir aqueles em grupos de risco, enquanto também suspendeu outros funcionários potencialmente infectados após fazer uma busca ativa de casos.

Executivos da empresa afirmam, porém, que carne é fabricada em ambiente higienizado e que investe em medidas para conter disseminação. China barrou exportações de duas instalações da companhia. Nos locais de produção onde os equipamentos inviabilizam a distância mínima é montada também uma estrutura entre os trabalhadores BRF/Reprodução A testagem de produtos para aferir uma potencial contaminação por coronavírus, como quer a China, é um processo “extremamente complexo”, disseram executivos da BRF nesta quinta-feira (13), acrescentando que a empresa perdeu negócios ...

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Bolsas da Europa fecham em queda após quatro dias seguidos de ganhos
O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,66%, a 1.445 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,63%, a 373 pontos. As ações europeias quebraram uma sequência de ganhos de quatro dias nesta quinta-feira (13), com a negociação de ex-dividendos e uma libra mais forte atingindo as empresas blue-chips do Reino Unido, enquanto os investidores venderam ações de bancos e de energia que tiveram desempenho superior esta semana. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,66%, a 1.445 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,63%, a 373 pontos. O FTSE 100, de Londres, recuou 1,5% devido a um salto na libra, que prejudicou as exportadoras, enquanto as ações de pesos pesados como AstraZeneca, BP e GlaxoSmithKline foram negociadas sem direito a pagamento de dividendo, impactando os papéis. Invertendo uma tendência recente, os investidores preferiram bolsões dos mercados que permaneceram resilientes na esteira da crise do coronavírus, como o setor de tecnologia. Em Wall Street, a Apple caminhava para registrar 2 trilhões de dólares em capitalização de mercado. [.NPT] Isso deixou alguns dos setores cíclicos mais expostos a uma desaceleração econômica, como bancos, petróleo e gás, mineradoras e montadoras, caindo entre 0,8% e 1,9%. Em Londres, o índice Financial Times recuou 1,50%, a 6.185 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,50%, a 12.993 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,61%, a 5.042 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,88%, a 20.257 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,62%, a 7.250 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,06%, a 4.479 pontos. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,66%, a 1.445 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,63%, a 373 pontos. As ações europeias quebraram uma sequência de ganhos de quatro dias nesta quinta-feira (13), com a negociação de ex-dividendos e uma libra mais forte atingindo as empresas blue-chips do Reino Unido, enquanto os investidores venderam ações de bancos e de energia que tiveram desempenho superior esta semana. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,66%, a 1.445 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,63%, a 373 pontos. O FTSE 100, de Londres, recuou 1,5% devido a um salto na libra, que prejudicou as exportadoras, enquanto as ações de pesos pesados como AstraZeneca, BP e GlaxoSmithKline foram negociadas sem direito a pagamento de dividendo, impactand...
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Coronavírus: ANS decide que convênios têm de cobrir teste sorológico
Decisão foi tomada em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta-feira (13). A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu nesta quinta-feira (13) que os planos de saúde têm de cobrir os testes sorológicos para o novo coronavírus. O teste detecta a presença dos anticorpos IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente, produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. O teste sorológico é o chamado teste rápido para o novo coronavírus. O assunto foi tratado em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta. No mês passado, a ANS conseguiu derrubar na Justiça decisão liminar que obrigava os planos a oferecerem os testes. Na ocasião, a agência argumentou que não é possível fazer uso de testes, de forma paulatina e segura, como auxílio no mapeamento de pessoas infectadas. IgG e IgM positivo para Covid: entenda as siglas e diferença para o teste PCR Justiça derruba liminar que obrigava planos a pagar por teste de anticorpos contra Covid Incluído em junho Apesar da decisão judicial, segundo a própria ANS, os planos de saúde continuaram obrigados a fornecer o exame sorológico, desde que houvesse uma requisição feita por um médico. Para encaminhamento, o paciente teria que ter apresentado sintomas de quadro gripal ou síndrome respiratória. A ANS havia incluído o teste sorológico na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde no fim de junho, atendendo a uma decisão judicial dada em Ação Civil Pública movida pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), de Pernambuco. Segundo a agência, a avaliação técnica sobre a inclusão dos testes sorológicos no rol de coberturas obrigatórias estava em curso antes mesmo da obrigatoriedade. Planos de saúde são obrigados a cobrir despesas com teste para detectar a Covid-19 Testes sorológicos Desde de março, os planos de saúde são obrigados a cobrir o exame RT-PCR, que identifica a presença do material genético do vírus, com coleta de amostras da garganta e do nariz. Mas o teste não consegue detectar infecções em estágio inicial ou depois da cura da doença. Outros seis tipos de exame que ajudam no acompanhamento dos pacientes estão previstos legalmente, mas reportagem do G1 relata dificuldade de pacientes a terem acesso aos exames. O teste sorológico é indicado para pessoas que tiveram sintomas da doença há mais de dez dias, pois a produção de anticorpos no organismo leva alguns dias para ser detectada pelo exame. Brasileira que coordena testes com vacina para Covid-19 na Inglaterra explica dilema da prova de eficácia "Serve para inquérito sorológico, ou seja, para monitorar a população e identificar a porcentagem de pessoas que já foi exposta ao vírus, e para testes individuais", explicou em entrevista ao G1 o virologista José Eduardo Levi, pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP e Gestor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dasa. Ainda que se siga o protocolo, o teste é criticado por parte dos especialistas, pois coletas realizadas antes do período recomendado – ou muito depois – podem causar diagnósticos de falso negativo. Até a decisão de hoje, a cobertura era obrigatória nos planos da categoria ambulatorial, hospitalar e referência. Planos de saúde dificultam acesso a testes da Covid-19 na região de Ribeirão Preto, dizem pacientes Decisão foi tomada em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta-feira (13). A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu nesta quinta-feira (13) que os planos de saúde têm de cobrir os testes sorológicos para o novo coronavírus. O teste detecta a presença dos anticorpos IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente, produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. O teste sorológico é o chamado teste rápido para o novo coronavírus. O assunto foi tratado em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta. No mês passado, a ANS conseguiu derrubar na Justiça decisão liminar que obrigava os planos a oferecerem os testes. Na ocasião, a agência argumentou que não é possível fazer uso de testes, de forma paulatina e segura, c...
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EUA proíbem contratos públicos com empresas que usam produtos de companhias chinesas
Medida vale somente para órgãos federais e inclui 5 empresas da China, como Huawei, Hikvision e Dahua. Novas regulamentações dos Estados Unidos entraram em vigor nesta quinta-feira (13), impedindo o governo de comprar bens ou serviços de qualquer empresa que use produtos de cinco empresas chinesas, incluindo Huawei, Hikvision e Dahua, disse uma autoridade norte-americana. A regra, que foi imposta por uma lei de 2019, pode ter amplas implicações para empresas que vendem bens e serviços para o governo dos EUA, uma vez que agora elas precisam certificar que não usam produtos da Zhejiang Dahua Technology ou da Hangzhou Hikvision Digital Technology, embora produtos de ambas estejam entre os equipamentos de vigilância mais vendidos do mundo. Reino Unido vai banir a chinesa Huawei das redes 5G do país O mesmo vale para os rádios bidirecionais da Hytera Communications e os equipamentos de telecomunicações ou dispositivos móveis da Huawei e da ZTE. Ellen Lord, subsecretária de defesa para aquisição e manutenção, disse nesta quinta-feira que o Departamento de Defesa "apoia totalmente" a intenção das mudanças, "mas reconhece os desafios de implementação enfrentados pelos parceiros da indústria". A equipe de Lord está trabalhando com o Congresso dos EUA para ajudar "a redigir revisões (da lei) para facilitar a implementação efetiva e evitar consequências imprevistas", disse ela. Qualquer empresa que use equipamentos ou serviços dessas cinco empresas nas operações cotidianas não poderá mais vender para o governo dos Estados Unidos sem obter uma autorização. O governo dos EUA concede anualmente mais de 500 bilhões de dólares em contratos, de acordo com o Government Accountability Office. O Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação (ITI) observou na quinta-feira que os regulamentos foram publicados há apenas um mês, embora a lei que exige as mudanças tenha sido aprovada em 2019. "Por causa do longo tempo necessário para implementar medidas para esses amplos requisitos, os contratantes podem não ser capazes de cumprir os objetivos da lei de forma consistente. Medida vale somente para órgãos federais e inclui 5 empresas da China, como Huawei, Hikvision e Dahua. Novas regulamentações dos Estados Unidos entraram em vigor nesta quinta-feira (13), impedindo o governo de comprar bens ou serviços de qualquer empresa que use produtos de cinco empresas chinesas, incluindo Huawei, Hikvision e Dahua, disse uma autoridade norte-americana. A regra, que foi imposta por uma lei de 2019, pode ter amplas implicações para empresas que vendem bens e serviços para o governo dos EUA, uma vez que agora elas precisam certificar que não usam produtos da Zhejiang Dahua Technology ou da Hangzhou Hikvision Digital Technology, embora produtos de ambas estejam entre os equipamentos de vigilância mais vendidos do mundo. Reino Unido vai banir a chinesa Huawei das...
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Governo diz que descontar gastos com educação do IR favorece mais ricos e sugere rever benefício
Ministério da Economia avalia como alternativa a realocação dos recursos dos subsídios tributários para o financiamento do ensino público. O Ministério da Economia divulgou nesta quinta-feira (13) um estudo sobre as deduções de gastos com educação do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) e concluiu que o benefício favorece a camada mais rica da população. No estudo, o governo sugere a revisão das deduções e indica a possibilidade de destinar os recursos para o financiamento do ensino público, em especial da educação básica, que beneficia mais a população mais pobre. No processo de revisão do Imposto de Renda das pessoas físicas em análise pelo governo, o Ministério da Economia já informou que pretende propor: limitar as deduções; reduzir a alíquota máxima do IR, hoje em 27,5%; criar uma tributação maior para os mais ricos; ampliar a faixa de isenção, o que, segundo o Tesouro Nacional, também favoreceria quem ganha mais. Pelas regras atuais, as deduções de despesas com educação no Imposto de Renda são limitadas a R$ 3.561,50 por dependente. Podem ser abatidas, na declaração completa, despesas com ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior. Também há deduções por dependentes e despesas médicas. Veja detalhes sobre as deduções do IR De acordo com o estudo divulgado pelo Ministério da Economia, deduções de gastos com educação, o benefício gerou uma perda de arrecadação de R$ 4,2 bilhões em 2019. A pasta afirma que o subsídio representou o segundo maior "gasto tributário" na categoria educação, ficando atrás apenas dos gastos com entidades sem Fins Lucrativos (R$ 4,6 bilhões no período). "Constatou-se que quase metade do total do subsídio destina-se à região Sudeste. Isso conforma um padrão de alocação espacial regressivo, uma vez que a concessão dos subsídios reduz a disponibilidade de recursos potenciais do FPE [Fundo de Participação dos Estados] e FPM [Fundo de Participação dos Municípios] que poderiam ser utilizados para financiar a educação em nível local, com impactos maiores sobre regiões mais pobres", acrescentou o governo. O ministério avalia, ainda, que esse tipo de dedução é "bastante regressiva [sem favorecimento proporcional aos mais pobres] com concentração de 79% dos subsídios nos 20% mais ricos da população". "Esse padrão foi bem distinto da alocação observada no investimento em ensino público, que destinava 67% dos recursos para a metade mais pobre da população", acrescentou o Ministério da Economia. A área econômica avaliou que, "diante dessas evidências, as análises apresentadas no presente boletim sugerem a necessidade de revisão da política de deduções de gastos com educação do IRPF". Sobre destinar recursos do subsídio ao financiamento da educação pública, o ministério avalia que: "parece ser uma alternativa que reúne elementos com potencial para gerar ganhos de eficácia e equidade à política educacional, em consonância com as diretrizes e metas do PNE [Plano Nacional da Educação], que confere prioridade ao fortalecimento do ensino público para ampliar o acesso, reduzir iniquidades e melhorar a qualidade da educação". Paulo Guedes entrega primeira parte da reforma tributária ao Congresso Ministério da Economia avalia como alternativa a realocação dos recursos dos subsídios tributários para o financiamento do ensino público. O Ministério da Economia divulgou nesta quinta-feira (13) um estudo sobre as deduções de gastos com educação do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) e concluiu que o benefício favorece a camada mais rica da população. No estudo, o governo sugere a revisão das deduções e indica a possibilidade de destinar os recursos para o financiamento do ensino público, em especial da educação básica, que beneficia mais a população mais pobre. No processo de revisão do Imposto de Renda das pessoas físicas em análise pelo governo, o Ministério da Economia já informou que pretende propor: limitar as deduções; reduzir a alíquota...
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INSS coloca urnas na porta das agências para receber documentos de segurados com pedidos em análise
Novo sistema é semelhante a um drive-thru para atender quem já tem algum pedido de benefício ou serviço sendo analisado, mas que ainda não foi concluído porque precisa complementar o processo com mais alguma documentação. Urnas em agências do INSS vão receber documentos e tentar diminuir filas por benefícios O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a oferecer a partir desta quinta-feira (13) um novo serviço para receber documentos nas agências de todo o país. A chamada Exigência Expressa possibilita que os segurados entreguem a documentação que falta para concluir a análise de seu requerimento. Trata-se de uma tentativa de reduzir o número de pedidos de benefícios parados, que estão em torno de 1,2 milhões - 743 mil deles, segundo o INSS, já foram analisados, mas ainda não foram concluídos por falta de documentação. Desde o início da pandemia, o atendimento presencial está suspenso. O novo sistema é semelhante a um drive-thru para atender quem já tem algum pedido de benefício ou serviço sendo analisado pelo INSS, mas que ainda não foi concluído porque precisa complementar o processo com mais alguma documentação. O INSS reforça que esse novo serviço não é para pedidos de requerimento de benefício - que devem ser feitos exclusivamente pelo canal Meu INSS ou pelo telefone 135. A entrega de documentos consiste na disponibilização de urnas na entrada das agências para que o interessado deposite cópia simples dos documentos solicitados pelo INSS, na unidade mais próxima de sua residência. Todas as 1,6 mil agências no país vão oferecer as urnas. O segurado não precisa ficar com medo de deixar o documento nas caixas. O INSS garante que as agências, mesmo fechadas, têm vigilância. As exigências são emitidas quando a pessoa solicita um benefício ou serviço, mas, durante a análise, é verificada a necessidade de apresentação de documentação adicional para a conclusão do processo. Para saber quais documentos devem ser apresentados, o interessado deve discar 135, acessar o Meu INSS ou ligar para um dos telefones de plantão das agências. Confira aqui a lista completa das agências do INSS “Essa alternativa da entrega presencial sem burocracia, sem atravessamento, sem demora no atendimento, ela pode sim ser um caminho exitoso, acreditamos que sim. Se não for o caminho exitoso no patamar que esperamos, outros projetos podem ser implementados para facilitar a vida do cidadão”, informou Jobson Sales, diretor de atendimento do INSS. Como funciona Antes de fazer a entrega dos documentos, é preciso realizar agendamento pelo telefone 135 ou Meu INSS, tendo em mãos o número do protocolo do benefício em análise e nome e CPF da pessoa que efetivamente depositará o envelope na urna. Ao agendar o serviço de Exigência Expressa, o usuário será orientado a proceder da seguinte forma na entrega: preencher e assinar o formulário de “Autodeclaração de Autenticidade e Veracidade das Informações” e inseri-lo em um envelope lacrado juntamente com a cópia do seu RG e as cópias simples dos documentos apontados na exigência. O envelope deverá ser identificado pelo lado de fora com os seguintes dados: nome completo; CPF; endereço completo; telefone (mesmo que para recado); e-mail, se tiver; e número do protocolo do agendamento da Exigência Expressa. A urna ficará disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. Sua utilização não se aplica aos pedidos de antecipação do auxílio-doença. Nesse caso, os documentos só podem ser anexados pelo Meu INSS. O cumprimento de exigência pela caixa coletora ocorre sem qualquer contato físico e sem acesso ao interior das agências. O segurado também não recebe protocolo ou recibo de entrega dos documentos. Não são aceitos os originais e as cópias não precisam ser autenticadas em cartório. É imprescindível, porém, que estejam legíveis e sem rasuras. A autenticação só é obrigatória quando a exigência ao segurado é que apresente procuração para fins de recebimento de benefício. Os papéis depositados na urna são escaneados e inseridos em sistema, para que os servidores do INSS possam dar continuidade ao processo. É fundamental, para a conclusão da análise, que sejam anexadas as cópias de todos os documentos solicitados. O andamento do processo pode ser acompanhado pelo Meu INSS ou telefone 135. Novo sistema é semelhante a um drive-thru para atender quem já tem algum pedido de benefício ou serviço sendo analisado, mas que ainda não foi concluído porque precisa complementar o processo com mais alguma documentação. Urnas em agências do INSS vão receber documentos e tentar diminuir filas por benefícios O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a oferecer a partir desta quinta-feira (13) um novo serviço para receber documentos nas agências de todo o país. A chamada Exigência Expressa possibilita que os segurados entreguem a documentação que falta para concluir a análise de seu requerimento. Trata-se de uma tentativa de reduzir o número de pedidos de benefícios parados, que estão em torno de 1,2 milhões - 743 mil deles, segundo o INSS, já foram analis...
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Azul tem prejuízo de R$ 2,9 bilhões no 2º trimestre, afetada por pandemia e câmbio
Empresa iniciou compartilhamento de voos com a Latam, como uma tentativa de ganhar fôlego em meio ao quadro recessivo da economia. A companhia aérea Azul teve prejuízo de R$ 2,9 bilhões no segundo trimestre, revertendo lucro líquido de R$ 351,6 milhões registrado no mesmo período de 2019, em resultado fortemente afetado pelas medidas de isolamento social, além de efeito cambial. Azul e Latam iniciam codeshare: entenda como funciona "O segundo trimestre de 2020 foi, sem dúvida, o mais desafiador da história da aviação", afirmou o presidente da companhia aérea, John Rodgerson, no material de divulgação do balanço nesta quinta-feira. No segundo trimestre, a receita líquida total somou R$ 401,6 milhões, um tombo de 85% sobre o faturamento de um ano antes. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 324,3 milhões, ante resultado positivo de R$ 733,2 milhões no segundo trimestre do ano passado. Compartilhamento de voos Na quarta-feira (12), Azul e Latam iniciaram o acordo de codeshare para vôos domésticos. O serviço começou a valer para 29 rotas, mas até o fim do ano as duas empresas planejam fazer uma ampliação para 64 rotas nacionais. O setor aéreo tem sido um dos mais afetados pela crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus. Para duas empresas, o uso do codeshare é uma tentativa de ganhar fôlego em meio ao quadro recessivo da economia. Azul e Latam iniciam compartilhamento de voos: veja o que muda para o passageiro Empresa iniciou compartilhamento de voos com a Latam, como uma tentativa de ganhar fôlego em meio ao quadro recessivo da economia. A companhia aérea Azul teve prejuízo de R$ 2,9 bilhões no segundo trimestre, revertendo lucro líquido de R$ 351,6 milhões registrado no mesmo período de 2019, em resultado fortemente afetado pelas medidas de isolamento social, além de efeito cambial. Azul e Latam iniciam codeshare: entenda como funciona "O segundo trimestre de 2020 foi, sem dúvida, o mais desafiador da história da aviação", afirmou o presidente da companhia aérea, John Rodgerson, no material de divulgação do balanço nesta quinta-feira. No segundo trimestre, a receita líquida total somou R$ 401,6 milhões, um tombo de 85% sobre o faturamento de um ano antes. O Ebitda (lucro ...
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China diz que não há, 'por enquanto', restrições para importações brasileiras após encontrar coronavírus em frango

Chineses dizem que trabalham junto com o Brasil para localizar origem do vírus que foi encontrado na carga brasileira. Ministério da Agricultura pediu explicações. Carne de frango: chineses detectaram o vírus na embalagem do produto Reprodução/TV TEM A Embaixada da China no Brasil afirmou na tarde desta quinta-feira (13) que “por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira” após identificar o novo coronavírus em uma carga de carne de frango brasileira. "O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contaminação", diz a embaixada em nota enviada ao G1. O Ministério da Agricultura disse, em nota, que "até o momento não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência" e que pediu explicações à Administração Geral de Alfândega da China (GACC). "Através de colaboração e entendimento mútuo, os eventuais impactos sobre o comércio bilateral serão gerenciados e controlados de forma objetiva e científica", completa a nota chinesa. China detecta Covid-19 em um lote de frango brasileiro De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. 'Não devemos criar a impressão de que há problema com nossa cadeia alimentar', diz OMS O G1 também procurou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que disse que "está analisando as informações de possível detecção de traços de vírus em embalagem de produto de origem brasileira" Em nota, a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) disse o processo produtivo é seguro e que o setor está em contato com a China. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora. "Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados", diz o Ministério da Agricultura. Vírus na embalagem A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa frigoríficos, emitiu uma nota informando que os traços de coronavírus encontrados nesta quinta-feira em um lote de frango na China, exportado pelo Brasil, estavam na embalagem do produto. "Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação", aponta o comunicado da associação. Leia a nota da Embaixada chinesa “Resposta da Embaixada da China no Brasil O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contaminação. Por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira. Recentemente, o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem mantido comunicações frequentes e produtivas com a GACC (alfândega chinesa) para trocar informações e criar mecanismos com vistas a minimizar os riscos de contaminação por vírus no comércio agro-pecuário sino-brasileiro. Através de colaboração e entendimento mútuo, os eventuais impactos sobre o comércio bilateral serão gerenciados e controlados de forma objetiva e científica.” Leia a nota do Ministério da Agricultura "Esclarecimento sobre suposta detecção de coronavírus na China em asa de frango importada do Brasil Na manhã de hoje, foi publicada nota no site do município de Shenzhen, província de Guangdong, com informações da autoridade sanitária local sobre uma suposta detecção de ácido nucleico do coronavírus na superfície de uma amostra de asa de frango congelada, oriunda de um lote importado do Brasil. Segundo a nota, outras amostras do mesmo lote foram coletadas, analisadas e os resultados foram negativos. O Escritório de Prevenção e Controle de Epidemiologia de Shenzhen informou que todas as pessoas que manusearam ou entraram em contato com o material testaram negativo para a COVID-19. Ainda na noite de ontem, após notícia veiculada na imprensa da província chinesa, o MAPA acionou imediatamente a Adidância Agrícola em Pequim, que consultou a Administração Geral de Aduanas da China - GACC buscando as informações oficiais que esclareçam as circunstâncias da suposta contaminação. Até o momento, o MAPA não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência. O MAPA ressalta que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados. O MAPA reitera a inocuidade dos produtos produzidos nos estabelecimentos sob SIF, visto que obedecem protocolos rígidos para garantir a saúde pública."

Chineses dizem que trabalham junto com o Brasil para localizar origem do vírus que foi encontrado na carga brasileira. Ministério da Agricultura pediu explicações. Carne de frango: chineses detectaram o vírus na embalagem do produto Reprodução/TV TEM A Embaixada da China no Brasil afirmou na tarde desta quinta-feira (13) que “por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira” após identificar o novo coronavírus em uma carga de carne de frango brasileira. "O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contamin...

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OAB corrige falha que deixou dados de advogados expostos na web

Entidade informou que está discutindo um 'plano de aperfeiçoamento contínuo da segurança' e que comunicou autoridades. Conselho Federal da OAB Rede Globo A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que corrigiu uma falha encontrada no módulo de pré-cadastro do Sistema de Identidade profissional. A vulnerabilidade, segundo uma denúncia publicada on-line, deixava diversos dados pessoais de advogados expostos – incluindo informações como o número do título de eleitor e passaporte, em alguns casos. A entidade garantiu que tomou providências "imediatamente" após tomar conhecimento do problema. Mas, de acordo com a denúncia publicada no site "Open Bug Bounty" e atribuída a um pesquisador de segurança que usa o apelido de "Srst0rm", a OAB teria sido comunicado a respeito do problema em maio. O caso veio a público na semana passada, com a vulnerabilidade ainda aberta. O blog questionou a OAB se a entidade foi realmente comunicada sobre o problema em maio, como consta no site do "Open Bug Bounty", mas a resposta não trouxe essa informação. Também não foi informado se a OAB detectou indícios de que as informações foram acessadas antes do problema ser sanado. A entidade informou, porém, que está "discutindo um plano de aperfeiçoamento contínuo da segurança dos dados" e que comunicou as autoridades sobre ocorrido "para que sejam procedidas as investigações necessárias". Ficha cadastral que ficava exposta no site da OAB. Reprodução Falha simples Em bancos de dados, é muito comum que cada registro receba um identificador numérico em ordem crescente. Dessa maneira, o primeiro cadastro é o número 1, o segundo é o número 2 e assim por diante. Essa estrutura exige que sejam tomadas certas medidas para evitar o acesso a dados de outros cadastros apenas escolhendo um número de registro. A brecha que existia no site da Ordem dos Advogados do Brasil é de um tipo bastante conhecido, em que basta alterar o número do registro no endereço da página por outro para obter informações dos demais cadastros, mesmo que o visitante não devesse ter permissão para visualizar esses dados. A mesma vulnerabilidade já foi encontrada em sistemas de pagamento, expondo boletos, e também em um sistema da Estácio, que permitia obter documentos de qualquer estudante. Nota da OAB "O Conselho Federal da OAB foi notificado sobre o possível vazamento de dados de sua base, por meio de uma vulnerabilidade no módulo de pré-cadastro do Sistema de Identidade profissional. Imediatamente, adotou as providências por meio de sua Gerência de Tecnologia da Informação. As correções necessárias foram imediatamente implementadas e o problema, sanado. A OAB está comunicando às autoridades o ocorrido, para que sejam procedidas as investigações necessárias. O Conselho Federal informa ainda que está discutindo um plano de aperfeiçoamento contínuo da segurança dos dados do Cadastro Nacional dos Advogados, a ser implantado em conjunto com a seccionais." Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

Entidade informou que está discutindo um 'plano de aperfeiçoamento contínuo da segurança' e que comunicou autoridades. Conselho Federal da OAB Rede Globo A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que corrigiu uma falha encontrada no módulo de pré-cadastro do Sistema de Identidade profissional. A vulnerabilidade, segundo uma denúncia publicada on-line, deixava diversos dados pessoais de advogados expostos – incluindo informações como o número do título de eleitor e passaporte, em alguns casos. A entidade garantiu que tomou providências "imediatamente" após tomar conhecimento do p...

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Receita Federal lança aplicativo eSocial para quem tem empregado doméstico
Ferramenta permite empregador registrar funcionários e gerenciar folha de pagamento a partir de qualquer smartphone ou dispositivo móvel, informou a Receita Federal. A Receita Federal lançou nesta quinta-feira (13) o aplicativo eSocial Doméstico. A ferramenta permite que o empregador registre empregados domésticos e gerencie a folha de pagamento a partir de smartphones, ou qualquer dispositivo móvel. O governo explica que, na prática, a tecnologia permite que o empregador doméstico feche a folha mensal de pagamento direto do celular, com a emissão da guia para pagamento de impostos, de onde estiver. Até então, esses serviços estavam disponíveis somente por meio do site do eSocial. A Receita Federal informou existir quase 1,5 milhão de empregadores domésticos em todo o Brasil e que o aplicativo é mais um passo para impulsionar os serviços digitais do governo. "Estamos aprimorando o eSocial para diversas plataformas. O app do empregador doméstico vem para facilitar ainda mais a vida de todos. É mais agilidade, transparência, redução de custos e segurança jurídica para a relação de trabalho do trabalhador doméstico”, afirmou o coordenador-geral de Fiscalização da Receita Federal do Brasil, Altemir de Melo. Segundo o coordenador-geral de Governo Digital Trabalhista do Ministério da Economia, João Paulo Ferreira Machado, todo o fechamento mensal da folha de trabalho, com a emissão da guia para o pagamento dos tributos, "pode ser iniciado e concluído em poucos minutos" no aplicativo. "Também é possível fazer, no próprio celular, o pagamento do Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) no aplicativo do banco de preferência", acrescentou. Funcionalidades Segundo a Receita Federal, o aplicativo eSocial Doméstico permite ao empregador: alterar as informações sobre o salário do trabalhador; fechar e abrir as folhas de pagamento; gerar guias de recolhimento de encargos trabalhistas e previdenciários; consultar a situação do pagamento das respectivas guias. Como obter O governo informou que o aplicativo está disponível gratuitamente para download nas lojas da Apple Store e do Google Play. Para realizar o login no aplicativo, basta o empregador informar seu CPF, código de acesso e senha, as mesmas informações já utilizadas no site. Ferramenta permite empregador registrar funcionários e gerenciar folha de pagamento a partir de qualquer smartphone ou dispositivo móvel, informou a Receita Federal. A Receita Federal lançou nesta quinta-feira (13) o aplicativo eSocial Doméstico. A ferramenta permite que o empregador registre empregados domésticos e gerencie a folha de pagamento a partir de smartphones, ou qualquer dispositivo móvel. O governo explica que, na prática, a tecnologia permite que o empregador doméstico feche a folha mensal de pagamento direto do celular, com a emissão da guia para pagamento de impostos, de onde estiver. Até então, esses serviços estavam disponíveis somente por meio do site do eSocial. A Receita Federal informou existir quase 1,5 milhão de empregadores domésticos em todo o Bra...
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Maia diz que Bolsonaro precisa ser convencido a enviar reforma administrativa
Mais cedo, nesta quinta, Mourão disse que texto está pronto, mas envio depende de 'vontade política' do presidente. Para Rodrigo Maia, proposta não vai gerar 'desgaste'. Governo tem proposta de reforma administrativa pronta, diz Maia O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (13) que o presidente Jair Bolsonaro terá de ser convencido a enviar ao Congresso Nacional a proposta de reforma administrativa. Mais cedo, nesta quinta, o vice-presidente da República Hamilton Mourão disse que o texto já está pronto, mas o envio depende da "decisão política" de Bolsonaro. No começo do ano, Bolsonaro disse que entregaria a proposta em fevereiro, mas o texto só deve ser enviado ao Legislativo em 2021. "A [reforma] administrativa, o governo tem uma proposta pronta. Vamos tentar convencer o presidente de que ele pode enviar, que ele vai enviar e que não vamos ter desgaste, vamos ter apoio da sociedade", afirmou Maia. Veja os vídeos da entrevista de Maia Nesta quarta (12), Maia participou de uma reunião com Bolsonaro, ministros e outros parlamentares, na qual o presidente defendeu o teto de gastos e as reformas. Depois, em pronunciamento ao lado de Bolsonaro, Maia disse que a Câmara está "pronta" para discutir a reforma administrativa. Proposta de reforma administrativa teria apoio 'de boa parte do parlamento', diz Maia Apoio da 'grande maioria' Durante a entrevista desta quinta-feira, Maia também avaliou que a proposta pode gerar polêmica, mas que a Câmara está disposta a defendê-la ao lado do governo e dividir um eventual ônus político com o Palácio do Planalto. "A proposta da reforma administrativa está pronta. Ele vai ter apoio de grande maioria da Câmara, de forma transparente, defendendo, dividindo com ele qualquer tipo de preocupação de ônus em relação ao envio dessa matéria, que gera polêmica", disse. Rodrigo Maia ressaltou que a vantagem da proposta é que será relacionada somente a novos servidores, sem alterar a situação dos atuais. "A vantagem dela é que, como não está atingindo o passado, acho que não vamos ter esse conflito com os atuais servidores", disse. "O que não podemos é ter uma máquina que custa o que ela custa, onde o salário médio dos servidores federais hoje é o dobro dos seus equivalentes no setor privado. Há uma distorção, uma concentração do orçamento público na mão de uma elite do serviço público dos três poderes e isso precisa modificar", completou. Desoneração Maia também foi questionado sobre o veto de Bolsonaro à proposta que estendeu até o fim do ano que vem a desoneração na folha de pagamento de 17 setores da economia, os que mais empregam no país. O presidente da Câmara disse que a previsão dada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é que o veto seja votado até a primeira semana de setembro. "A questão é o seguinte: o veto da desoneração terá impacto para o próximo ano. Se há o compromisso de voltar até a primeira semana de setembro, do ponto de vista do impacto da manutenção da desoneração para esses setores, está garantido", disse. Líderes partidários favoráveis à derruba do veto argumentam que a chamada "reoneração" desses setores em um momento de pandemia seria um estímulo a demissões, dificultando a retomada da economia e a geração de empregos. ‘Há uma debandada’, admite Paulo Guedes após demissão de dois secretários 'Debandada' Maia comentou ainda a saída recente de integrantes da equipe econômica, insatisfeitos com o andamento de privatizações do governo e de reformas. Na terça-feira (11), o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que os secretários especiais de Desestatização e Privatização, Salim Mattar, e de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel, haviam pedido demissão, o que ele chamou de "debandada". "Salim foi uma perda. Salim é um cara com espírito público enorme. Entendo a frustração dele, de fato, os tempos são distintos de quem vem da iniciativa privada par ao público. Acho que foi uma grande perda. Tem alguns aí dizendo que vão sair, que eu não vou citar nomes, que acho que seria bom o ministro 'perder' ou ter debandada de alguns que não estão ajudando muito", disse Maia nesta quinta-feira. Na ocasião em que anunciou as saídas, Guedes criticou auxiliares do presidente que, segundo ele, aconselham Bolsonaro a "furar" o teto de gastos, regra que limita as despesas públicas, como forma de se fortalecer na disputa pela reeleição. De acordo com o ministro, se fizer isso, o presidente se aproximará de uma "zona de impeachment". Mais cedo, nesta quinta, Mourão disse que texto está pronto, mas envio depende de 'vontade política' do presidente. Para Rodrigo Maia, proposta não vai gerar 'desgaste'. Governo tem proposta de reforma administrativa pronta, diz Maia O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (13) que o presidente Jair Bolsonaro terá de ser convencido a enviar ao Congresso Nacional a proposta de reforma administrativa. Mais cedo, nesta quinta, o vice-presidente da República Hamilton Mourão disse que o texto já está pronto, mas o envio depende da "decisão política" de Bolsonaro. No começo do ano, Bolsonaro disse que entregaria a proposta em fevereiro, mas o texto só deve ser enviado ao Legislativo em 2021. "A [reforma] administrativa, o governo t...
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Governo lança aplicativo eSocial Doméstico

Empregadores poderão fazer registro do empregado e gerenciamento da folha de pagamento usando o celular. O governo lançou nesta quinta-feira (13) o aplicativo eSocial Doméstico para quem contrata trabalhadores domésticos. O novo aplicativo possibilita que o empregador faça o registro de empregados e o gerenciamento da folha de pagamento a partir de qualquer dispositivo móvel. Na prática, a tecnologia permite que o empregador doméstico possa fechar a folha mensal do seu empregado direto do smartphone em qualquer lugar que esteja. Também é possível fazer, no próprio celular, o pagamento do Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) no aplicativo do banco de preferência. O APP eSocial Doméstico permite que o empregador possa realizar a alteração salarial dos empregados, o fechamento e reabertura das folhas de pagamento, a geração das guias de recolhimento e a consulta da situação do pagamento das respectivas guias. O aplicativo eSocial Doméstico destina-se aos empregadores domésticos Reprodução O aplicativo está disponível gratuitamente para download nas lojas da App Store e do Google Play. Para realizar o login no aplicativo, é preciso que o empregador utilize seu CPF, código de acesso e senha, as mesmas informações já utilizadas no site. O eSocial foi lançado em 2015 e é usado por quase 1,5 milhão de empregadores domésticos de todo o Brasil. Em junho, foi disponibilizada a possibilidade de alterar o responsável pela contratação do trabalhador doméstico no sistema.

Empregadores poderão fazer registro do empregado e gerenciamento da folha de pagamento usando o celular. O governo lançou nesta quinta-feira (13) o aplicativo eSocial Doméstico para quem contrata trabalhadores domésticos. O novo aplicativo possibilita que o empregador faça o registro de empregados e o gerenciamento da folha de pagamento a partir de qualquer dispositivo móvel. Na prática, a tecnologia permite que o empregador doméstico possa fechar a folha mensal do seu empregado direto do smartphone em qualquer lugar que esteja. Também é possível fazer, no próprio celular, o pagamento d...

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Com problema de oferta, Brasil reduz mistura de biodiesel no diesel, diz ministro

Bento Albuquerque, de Minas e Energia, citou desafios como a oferta de matéria-prima. Mais de 70% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja. Bomba de combustível abastece carro em posto de São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Gasolina com novo padrão está valendo; veja perguntas e respostas O Brasil não terá oferta suficiente de biodiesel para atender a mistura obrigatória de 12% no diesel nos próximos meses, e o país reduzirá provisoriamente o percentual misturado para 10%, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, durante congresso do setor do biocombustível nesta quinta-feira (13). Ao ser questionado, ele citou desafios como a oferta de matéria-prima. Mais de 70% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja. Apesar de ter tido uma safra recorde, o país está exportando grandes volumes de soja, especialmente para a China, contando com um câmbio favorável. "Em agosto, durante leilão L75, verificamos desbalanço da oferta de biocombustíveis frente à demanda prevista para o próximo bimestre. Assim, chegamos à conclusão de que não haverá volumes de biodiesel suficiente para atender o percentual obrigatório de mistura de 12% para os meses de setembro e outubro", afirmou ele. "Desse modo, novamente, vemos a necessidade de promover a redução da mistura para 10%, durante o período citado, e isso não caracteriza uma diminuição da relevância que o governo federal atribui a essa exitosa política...", afirmou. O que é o biodiesel? O biodiesel pode ser extraído de fontes como mamona, dendê, girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja. Ele é um combustível de origem renovável, ao contrário do diesel tradicional de origem fóssil. Entenda como é a nova gasolina Nova gasolina proporciona maior desempenho, mas será mais cara

Bento Albuquerque, de Minas e Energia, citou desafios como a oferta de matéria-prima. Mais de 70% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja. Bomba de combustível abastece carro em posto de São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Gasolina com novo padrão está valendo; veja perguntas e respostas O Brasil não terá oferta suficiente de biodiesel para atender a mistura obrigatória de 12% no diesel nos próximos meses, e o país reduzirá provisoriamente o percentual misturado para 10%, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, durante congresso do setor do biocombustível nesta quinta-feira (13). Ao ser que...

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Mourão: reforma administrativa está pronta, mas envio depende de 'decisão política' de Bolsonaro

Envio do texto ao Congresso deve ser feito só em 2021, e vice-presidente foi questionado se governo poderia antecipar. Maia tem dito que Câmara está 'pronta' para discutir tema. Reforma administrativa está pronta, mas envio depende de decisão de Bolsonaro, diz Mourão O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira (13) que o texto da reforma administrativa está pronto e que o envio do projeto ao Congresso Nacional depende de uma "decisão política" do presidente Jair Bolsonaro. No começo do ano, Bolsonaro disse que enviaria o texto ao Congresso em fevereiro, mas a proposta deve ser enviada ao Legislativo somente em 2021. Nesta quarta (12), Bolsonaro se reuniu com ministros e parlamentares e disse que respeitará o teto de gastos e defendeu as reformas. Ao lado de Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a Casa está "pronta" para discutir a reforma administrativa. "A reforma está pronta, ela está pronta desde o começo do ano. Compete ao presidente, por meio de uma decisão política, remetê-la ao Congresso. Acho que o Congresso está com boa vontade para receber essa reforma e trabalhar nela", disse Mourão. Questionado se o Congresso poderia discutir paralelamente as reformas administrativa e tributária, Mourão disse que sim, mas que "tudo depende da vontade dos nossos parlamentares". ‘Há uma debandada’, admite Paulo Guedes após demissão de dois secretários Saídas na Economia A demora no envio da reforma administrativa e o ritmo das privatizações estão entre os fatores que levaram aos pedidos de demissão de dois secretários especiais do Ministério da Economia: Salim Mattar (Desestatização e Privatização) e Paulo Uebel (Desburocratização, Gestão e Governo Digital). Uebel trabalhou no texto da reforma administrativa, que teve o envio adiado por mais de uma vez pelo governo, que optou por apresentar, primeiro, a reforma tributária. Bolsonaro já declarou que o ano de eleições municipais dificulta o avanço do tema no Congresso. O vice-presidente Hamilton Mourão ao conceder entrevista coletiva nesta quinta (13), no Palácio do Planalto Guilherme Mazui/G1 Teto de gastos Também nesta quinta-feira, Mourão voltou a defender a regra do teto de gastos, motivo de divergência entre ministros do governo. "Nosso governo não pode dar passos em falso e trazer de volta as consequências de um desequilíbrio grande, que são inflação, juros altos. A gente não pode dar margem a isso", afirmou. Segundo Mourão, ignorar o equilíbrio fiscal poderá resultar na alta da inflação e dos juros, consequências que o governo precisa evitar. Na terça-feira (11), o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou auxiliares do presidente que, segundo ele, aconselham Bolsonaro a "furar" o teto de gastos como forma de se fortalecer numa eventual disputa pela reeleição. De acordo com o ministro, se fizer isso, o presidente se aproximará de uma "zona de impeachment". O teto de gastos é a regra que limita o crescimento das despesas da União, aprovada pelo Congresso em 2016, durante o governo Michel Temer.

Envio do texto ao Congresso deve ser feito só em 2021, e vice-presidente foi questionado se governo poderia antecipar. Maia tem dito que Câmara está 'pronta' para discutir tema. Reforma administrativa está pronta, mas envio depende de decisão de Bolsonaro, diz Mourão O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira (13) que o texto da reforma administrativa está pronto e que o envio do projeto ao Congresso Nacional depende de uma "decisão política" do presidente Jair Bolsonaro. No começo do ano, Bolsonaro disse que enviaria o texto ao Congresso em fevereiro, mas a prop...

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Coronavírus encontrado pela China em frango brasileiro estava em embalagem, diz associação; governo afirma que pediu explicações

Ainda não se sabe como e em qual processo ocorreu a contaminação. Vendas do produto brasileiro estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. Ministério da Agricultura diz que alimentos são seguros. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa frigoríficos, emitiu uma nota informando que os traços de coronavírus encontrados nesta quinta-feira (13) em um lote de frango na China, exportado pelo Brasil, estavam na embalagem do produto. "Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação", aponta o comunicado da associação. 'Não devemos criar a impressão de que há problema com nossa cadeia alimentar', diz OMS A prefeitura de Shenzhen, cidade da China próxima de Hong Kong, anunciou nesta quinta-feira que detectou o novo coronavírus em um controle de rotina de frango importado do Brasil, o maior produtor mundial. O Ministério da Agricultura disse, em nota, que "até o momento não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência" e que pediu explicações à Administração Geral de Alfândega da China (GACC). A Embaixada da China no Brasil afirmou na tarde desta quinta-feira (13) que “por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira”. "O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contaminação", diz a embaixada em nota enviada ao G1. De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em nota, a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) disse o processo produtivo é seguro e que o setor está em contato com a China. Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora. "Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados", diz o ministério (leia a íntegra da nota no final da reportagem). As autoridades chinesas informaram que submeteram imediatamente a exames de diagnóstico as pessoas que tiveram contato com os produtos contaminados, assim como seus parentes. Todos os testes apresentaram resultado negativo, segundo o comunicado. Exportações brasileiras A contaminação de frango brasileiro pode provocar uma nova queda das exportações brasileiras para a China. Em fevereiro de 2019, Pequim passou a aplicar, por cinco anos, tarifas antidumping ao frango brasileiro, que vão de 17,8% a 32,4%. Em julho, os embarques de carne de frango do Brasil, por sua vez, terminaram julho com queda de 5,7% em relação a mesmo mês do ano passado, totalizando 364,6 mil toneladas, segundo a ABPA. As receitas atingiram US$ 498,2 milhões, recuo de 25% no ano a ano. Apesar disso, a ABPA ainda acredita que as exportações da proteína devam manter a alta no acumulado do ano – entre janeiro e julho, foram embarcadas 2,471 milhões de toneladas, leve avanço de 0,5% ante os sete primeiros meses de 2019. O Brasil, maior produtor mundial de carne de frango, era até 2017 o principal fornecedor de frango congelado para a China, por um valor que se aproximava de US$ 1 bilhão por ano e um volume que representava quase 85% das importações do gigante asiático. Nos últimos anos o país perdeu parte do mercado para Tailândia, Argentina e Chile, de acordo com a consultoria especializada Zhiyan. Carne de frango Reginaldo dos Santos/EPTV Veja a nota do Ministério da Agricultura na íntegra: "Esclarecimento sobre suposta detecção de coronavírus na China em asa de frango importada do Brasil Na manhã de hoje, foi publicada nota no site do município de Shenzhen, província de Guangdong, com informações da autoridade sanitária local sobre uma suposta detecção de ácido nucleico do coronavírus na superfície de uma amostra de asa de frango congelada, oriunda de um lote importado do Brasil. Segundo a nota, outras amostras do mesmo lote foram coletadas, analisadas e os resultados foram negativos. O Escritório de Prevenção e Controle de Epidemiologia de Shenzhen informou que todas as pessoas que manusearam ou entraram em contato com o material testaram negativo para a COVID-19. Ainda na noite de ontem, após notícia veiculada na imprensa da província chinesa, o MAPA acionou imediatamente a Adidância Agrícola em Pequim, que consultou a Administração Geral de Aduanas da China - GACC buscando as informações oficiais que esclareçam as circunstâncias da suposta contaminação. Até o momento, o MAPA não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência. O MAPA ressalta que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados. O MAPA reitera a inocuidade dos produtos produzidos nos estabelecimentos sob SIF, visto que obedecem protocolos rígidos para garantir a saúde pública." Veja a nota da ABPA na íntegra "A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que o setor produtivo está analisando as informações de possível detecção de TRAÇOS DE VÍRUS em EMBALAGEM de produto de origem brasileira, feita por autoridades municipais de Shenzen, na China. Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil está em contato para esclarecimentos com o GACC (autoridade sanitária oficial da China), que fará a análise final da situação. A ABPA reitera que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus, conforme ressaltam a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Ao mesmo tempo, o setor exportador brasileiro reafirma que todas as medidas para proteção dos trabalhadores e a garantia da inocuidade dos produtos foram adotadas e aprimoradas ao longo dos últimos meses, desde o início da pandemia global."

Ainda não se sabe como e em qual processo ocorreu a contaminação. Vendas do produto brasileiro estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. Ministério da Agricultura diz que alimentos são seguros. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa frigoríficos, emitiu uma nota informando que os traços de coronavírus encontrados nesta quinta-feira (13) em um lote de frango na China, exportado pelo Brasil, estavam na embalagem do produto. "Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalage...

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Ciee oferece sete vagas de estágio para estudantes de ensino superior e técnico no Alto Tietê

As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$600 até R$1.045. Vagas de estágio abertas no Alto Tietê têm remuneração de R$ 600 a R$ 1.045. TV Globo/Reprodução O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) oferece sete oportunidades de estágio para os estudantes do ensino superior e técnico no Alto Tietê nesta quinta-feira(13). As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$ 600 até R$ 1.045. Os interessados em participar devem realizar um cadastro pela internet para acessar os detalhes de todas as vagas disponíveis. A unidade do Ciee de Mogi das Cruzes fica localizada na Rua Duarte de Freitas, 246, Parque Monte Líbano. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4728-3131. Vagas para ensino superior Vagas para ensino técnico

As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$600 até R$1.045. Vagas de estágio abertas no Alto Tietê têm remuneração de R$ 600 a R$ 1.045. TV Globo/Reprodução O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) oferece sete oportunidades de estágio para os estudantes do ensino superior e técnico no Alto Tietê nesta quinta-feira(13). As vagas são para as cidades de Mogi das Cruzes, Suzano e Poá e as remunerações variam de R$ 600 até R$ 1.045. Os interessados em participar devem realizar um cadastro pela internet para acessar os detalhes de...

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Bovespa perde fôlego e passa a operar em queda

Na quarta-feira, bolsa caiu 0,06% e fechou a 102.117 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, passou a operar em queda nesta quinta-feira (13), em meio a um ambiente externo desfavorável e com vários resultados corporativos para repercutir. Às 15h35, o Ibovespa tinha queda de 1,15%, a 100.948 pontos. Veja mais cotações. Entre os destaques de queda, BRF recuava mais de 8%, enquanto Eletrobras perdia mais de 7%. Na outra ponta, Via Varejo subia mais de 1%, após reportar lucro de R$ 64 milhões no segundo trimestre, após perdas nos três meses anteriores. Na quarta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,06%, a 102.117 pontos. O acumulado do mês é de queda de 0,77%. No ano, o Ibovespa também cai 11,70%. s Cenário No exterior, os investidores observam as disputas políticas sobre medidas de estímulo à economia dos Estados Unidos no radar, enquanto o petróleo mostra comportamento tímido após a Agência Internacional de Energia (IEA) reduzir sua projeção de demanda por petróleo em 2020. No Brasil, a temporada de balanço traz números de empresas como BRF, Eletrobras e Via Varejo, entre outros, e reserva para o final do dia uma bateria de resultados, incluindo JBS e B3. A equipe da Guide Investimentos também afirmou que o mercado deve repercutir nesta sessão declarações do presidente Jair Bolsonaro na noite da véspera, em defesa da manutenção do teto de gastos. "Nós respeitamos o teto dos gastos, queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem como realmente ser um daqueles países que melhor reagirá à questão da crise", afirmou Bolsonaro após reunião com os presidentes da Câmara e do Senado. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia

Na quarta-feira, bolsa caiu 0,06% e fechou a 102.117 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, passou a operar em queda nesta quinta-feira (13), em meio a um ambiente externo desfavorável e com vários resultados corporativos para repercutir. Às 15h35, o Ibovespa tinha queda de 1,15%, a 100.948 pontos. Veja mais cotações. Entre os destaques de queda, BRF recuava mais de 8%, enquanto Eletrobras perdia mais de 7%. Na outra ponta, Via Varejo subia mais de 1%, após reportar lucro de R$ 64 milhões no segundo trimestre, após perdas nos três meses anteriores. Na qu...

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Via Varejo reverte prejuízo e tem lucro de R$ 65 milhões no 2º trimestre

E-commerce e crédito fiscal favoreceram resultado da varejista no período; medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. A Via Varejo teve lucro líquido contábil de R$ 65 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 162 milhões um ano antes, com forte desempenho do comércio eletrônico, uma vez que medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. "Passamos a explorar ao máximo o e-commerce, com muito sucesso, atingindo resultados expressivos", destacou a dona das redes Ponto Frio e Casas Bahia, entre outras, em documento sobre o balanço divulgado na noite de quarta-feira. Via Varejo Divulgação Ainda assim, a companhia teve prejuízo operacional de R$ 176 milhões, em razão da queda de receita, custos fixos vinculados ao fechamento de lojas na pandemia e aumento da despesa financeira. Mas a perda foi menor do que um ano antes (R$ 296 milhões). O resultado também contempla crédito transitado em julgado de ICMS na base PIS/Cofins totalizando R$ 364 milhões no segundo trimestre. Vendas no varejo crescem 8% em junho comparado com maio A receita líquida caiu 12,4%, para R$ 5,28 bilhões, enquanto a receita bruta recuou 7,8%, a R$ 6,46 bilhões, mas com alta na margem bruta de 27,9% para 35,3%. A receita bruta nas lojas físicas caiu 63%, a R$ 2,18 bilhões, enquanto do online saltou quase 300%, a R$ 4,28 bilhões. As vendas totais do ecommerce, incluindo marketplace, e lojas (GMV - Gross Merchandise Volume) ficaram quase estáveis (+0,5%) no segundo trimestre, a R$ 7,26 bilhões, enquanto o GMV apenas do comércio online, incluindo marketplace, saltou para R$ 5 bilhões, de R$ 1,3 bilhão um ano antes. No segundo trimestre, as despesas com vendas, gerais e administrativas cresceram 0,7%, para R$ 1,365 bilhão, com aumento também do percentual em relação à receita para 25,9%, de 22,5% um ano antes. Excluindo fatores não recorrentes, essas despesas caíram 9,7%. A inadimplência acima de 90 dias alcançou 13,5% no final do trimestre, mas a companhia disse que observou forte melhora dos recebimentos durante maio e junho, e que julho e agosto continuam fortes. "Esperamos durante o terceiro trimestre recuperar o atraso gerado pelo fechamento das lojas." Em julho, essa taxa ficou em 9%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) cresceu 71,7% no segundo trimestre ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 532 milhões, com margem Ebitda avançando de 5,1% para 10,1%. Em termos ajustados, totalizou R$ 555 milhões (+45,7%), com a margem subindo a 10,5%. O Ebitda ajustado operacional teve acréscimo de 76%, a R$ 314 milhões, com alta de 2,9 pontos percentuais na margem Ebitda operacional ajustada, a 5,9%. A companhia atribuiu o resultado a fatores como "a excepcional venda do canal online, a evolução de margem de produtos e as ações de redução de despesas fixas e variáveis". O resultado financeiro líquido de efeitos não recorrentes ficou negativo em R$ 323 milhões, alta de 18% ano a ano, representando 6,1% da receita líquida, ante 4,6% um ano antes, afetado por CCB (cédula de crédito bancário) e alongamento de dívidas. A Via Varejo disse que encerrou o segundo trimestre com uma posição de caixa total de R$ 7,4 bilhões e caixa líquido ajustado de R$ 2,9 bilhões, incluindo a carteira de recebíveis não descontados e alongamento via instrumento financeiro de dívida.

E-commerce e crédito fiscal favoreceram resultado da varejista no período; medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. A Via Varejo teve lucro líquido contábil de R$ 65 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 162 milhões um ano antes, com forte desempenho do comércio eletrônico, uma vez que medidas de isolamento por causa da pandemia de Covid-19 elevaram as vendas online. "Passamos a explorar ao máximo o e-commerce, com muito sucesso, atingindo resultados expressivos", destacou a dona das redes Ponto Frio e Casas Bahia, entre outras,...

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Número de pedidos de seguro-desemprego nos EUA fica abaixo de 1 milhão pela primeira vez desde março

Apesar da queda, o número ainda é várias vezes superior à média de pedidos anterior à pandemia do coronavírus. O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego registrou queda na última semana, e ficou abaixo de 1 milhão pela primeira vez desde meados de março, quando teve início a escalada dos pedidos. Na semana encerrada em 8 de agosto, o número de pedidos foi de 963 mil, 228 mil a menos que na semana anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. O número de pedidos da semana terminada em 1º de agosto foi revisado para 1,191 milhão. Pedidos de seguro desemprego nos EUA Economia G1 Apesar da queda, o número ainda é várias vezes superior à média de pedidos anterior à pandemia do coronavírus. Na semana encerrada em 14 de março - antes da disparada de pedidos - foram 282 mil. Com o resultado da semana passada, o número total de novos pedidos desde meados de março, quando houve uma aceleração brusca do indicador, já soma 56,3 milhões. Contração recorde A economia dos Estados Unidos sofreu uma contração recorde de 32,9% no segundo trimestre de 2020, segundo dados anualizados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo escritório oficial de estatísticas do Departamento do Trabalho (BEA). No trimestre anterior, a queda havia ficado em 5%. Foi a maior contração desde a Grande Depressão, no início do século passado, conforme a pandemia atingiu fortemente os gastos das famílias e das empresas. A queda também representa mais do triplo do recuo de 10% registrado no segundo trimestre de 1958 - a maior queda já vista desde então.

Apesar da queda, o número ainda é várias vezes superior à média de pedidos anterior à pandemia do coronavírus. O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego registrou queda na última semana, e ficou abaixo de 1 milhão pela primeira vez desde meados de março, quando teve início a escalada dos pedidos. Na semana encerrada em 8 de agosto, o número de pedidos foi de 963 mil, 228 mil a menos que na semana anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. O número de pedidos ...

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Dólar opera em queda após ganhos na véspera

Na quarta-feira, moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta quinta-feira (13), após registrar forte ganho na sessão anterior, enquanto os investidores repercutem dados semanais de emprego dos Estados Unidos. Às 15h37, a moeda norte-americana recuava 1,17%, a R$ 5,3870. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Na máxima chegou a R$ 5,4917, mas reduziu o ritmo de alta após uma atuação mais firme do Banco Central no mercado de câmbio, que realizou dois leilões de contratos de swap cambial, com venda integral do lote somado de 20 mil contratos ( US$ 1 bilhão). No mês, o dólar passou a acumular alta de 4,48%, e no ano, de 35,93%. Bolsonaro reúne políticos e ministros para dizer que governo respeitará o teto de gastos Cena local e externa Na cena externa, investidores aguardam a reunião entre autoridades dos EUA e da China, que devem revisar neste fim de semana a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa. Na agenda doméstica, o IBGE divulgou nesta quinta o resultado de junho do setor de serviços, o mais afetado pelo crise da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a pesquisa, o setor teve alta de 5% em junho, após quatro meses de queda. Na cena política, o presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de quarta-feira, após reunião com os presidentes da Câmara e do Senado, ministros e parlamentares no Palácio da Alvorada, que o governo respeitará o teto de gastos. A incerteza política doméstica, aliada a um ambiente de juros extremamente baixos e uma crise econômica causada pela pandemia de coronavírus, é apontada por analistas como um dos fatores que levou o dólar a níveis recordes próximos de R$ 6 em 2020. Variação do dólar em 2020 Economia G1

Na quarta-feira, moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Notas de dólar Gary Cameron/Reuters O dólar opera em queda nesta quinta-feira (13), após registrar forte ganho na sessão anterior, enquanto os investidores repercutem dados semanais de emprego dos Estados Unidos. Às 15h37, a moeda norte-americana recuava 1,17%, a R$ 5,3870. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,66%, a R$ 5,4507. Na máxima chegou a R$ 5,4917, mas reduziu o ritmo de alta após uma atuação mais firme do Banco Central no mercado de câmbio, que realizou dois leilõ...

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Coronavírus: ANS deve decidir nesta quinta se convênios terão que cobrir teste sorológico
Em julho, agência conseguiu derrubar liminar da Justiça que obrigava planos a cobrirem o exame. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve decidir nesta quinta-feira (13) se os planos de saúde continuarão obrigados a cobrir testes sorológicos para o novo coronavírus. O teste detecta a presença dos anticorpos IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente, produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. O assunto será tratado em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta. No mês passado, a ANS conseguiu derrubar na Justiça decisão liminar que obrigava os planos a oferecerem os testes. Na ocasião, a agência argumentou que não é possível fazer uso de testes, de forma paulatina e segura, como auxílio no mapeamento de pessoas infectadas. IgG e IgM positivo para Covid: entenda as siglas e diferença para o teste PCR Justiça derruba liminar que obrigava planos a pagar por teste de anticorpos contra Covid Incluído em junho Apesar da decisão judicial, segundo a própria ANS, os planos de saúde continuaram obrigados a fornecer o exame sorológico, desde que haja requisição feita por um médico. Para encaminhamento, o paciente teria que ter apresentado sintomas de quadro gripal ou síndrome respiratória. A ANS havia incluído o teste sorológico na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde no fim de junho, atendendo a uma decisão judicial dada em Ação Civil Pública movida pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), de Pernambuco. Segundo a agência, a avaliação técnica sobre a inclusão dos testes sorológicos no rol de coberturas obrigatórias estava em curso antes mesmo da obrigatoriedade. Planos de saúde são obrigados a cobrir despesas com teste para detectar a Covid-19 Testes sorológicos Desde de março, os planos de saúde são obrigados a cobrir o exame RT-PCR, que identifica a presença do material genético do vírus, com coleta de amostras da garganta e do nariz. Mas o teste não consegue detectar infecções em estágio inicial ou depois da cura da doença. Outros seis tipos de exame que ajudam no acompanhamento dos pacientes estão previstos legalmente, mas reportagem do G1 relata dificuldade de pacientes a terem acesso aos exames. O teste sorológico é indicado para pessoas que tiveram sintomas da doença há mais de dez dias, pois a produção de anticorpos no organismo leva alguns dias para ser detectada pelo exame. Brasileira que coordena testes com vacina para Covid-19 na Inglaterra explica dilema da prova de eficácia "Serve para inquérito sorológico, ou seja, para monitorar a população e identificar a porcentagem de pessoas que já foi exposta ao vírus, e para testes individuais", explicou em entrevista ao G1 o virologista José Eduardo Levi, pesquisador do Instituto de Medicina Tropical da USP e Gestor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dasa. Ainda que se siga o protocolo, o teste é criticado por parte dos especialistas, pois coletas realizadas antes do período recomendado – ou muito depois – podem causar diagnósticos de falso negativo. Até a decisão de hoje, a cobertura era obrigatória nos planos da categoria ambulatorial, hospitalar e referência. Planos de saúde dificultam acesso a testes da Covid-19 na região de Ribeirão Preto, dizem pacientes Em julho, agência conseguiu derrubar liminar da Justiça que obrigava planos a cobrirem o exame. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve decidir nesta quinta-feira (13) se os planos de saúde continuarão obrigados a cobrir testes sorológicos para o novo coronavírus. O teste detecta a presença dos anticorpos IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente, produzidos pelo organismo após exposição ao vírus. O assunto será tratado em reunião da Diretoria Colegiada da agência na tarde desta quinta. No mês passado, a ANS conseguiu derrubar na Justiça decisão liminar que obrigava os planos a oferecerem os testes. Na ocasião, a agência argumentou que não é possível fazer uso de testes, de forma paulatina e segura, como auxílio no mapeamento de pessoas infectadas. IgG e...
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Trump chama exigências de democratas de 'ridículas' em meio a impasse sobre ajuda na crise do coronavírus

Pontos críticos da negociação de novo pacote incluem o tamanho do benefício para desempregados, ajuda aos governos estaduais e municipais e dinheiro para a reabertura de escolas. O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa sobre a resposta à pandemia de Covid-19 na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (12) Kevin Lamarque/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou na quarta-feira (12) os democratas do Congresso de não quererem negociar um pacote de ajuda devido ao coronavírus porque ele se recusa a concordar com pedidos de gastos "ridículos" não relacionados à pandemia. As declarações de Trump foram feitas depois que negociadores democratas e republicanos trocaram acusações durante um lapso de cinco dias nas negociações sobre uma legislação de alívio. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, principal negociador de Trump, questionou uma declaração de dois democratas no Congresso de que os republicanos buscaram mais negociações mas recusaram qualquer movimento sobre a sua oferta inicial de 1 trilhão de dólares, que é menos de um terço do que a Câmara controlada pelos democratas aprovou em medida em maio. "De novo deixamos claro para o governo que estamos dispostos a retomar as negociações quando eles começarem a assumir seriamente esse processo", disseram a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, em comunicado. Um homem passa por uma loja que está fechando devido à crise provocada pela pandemia de coronavírus em Winnetka, Illinois, nos EUA, em foto de junho de 2020 Nam Y. Huh/AP Em resposta, Mnuchin afirmou que Pelosi "não está disposta a se reunir e continuar as negociações a menos que concordemos antes com a proposta dela, custando ao menos 2 trilhões de dólares". Falando a repórteres na Casa Branca, Trump afirmou que "Chuck Schumer e Nancy Pelosi estão mantendo o povo norte-americano como refém por sua agenda esquerdista radical que o país não quer e não vai aceitar". "O projeto de lei não vai acontecer porque eles nem mesmo querem conversar sobre isso, porque não podemos dar a eles o tipo de coisas ridículas que eles querem que não têm nada a ver o vírus da China", disse Trump. Schumer disse na semana passada que os democratas sugeriram que os negociadores da Casa Branca encontrassem um meio termo. A proposta de US$ 1 trilhão do líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, encontrou oposição imediata tanto dos democratas quanto de alguns de seus colegas republicanos, que se opõem a gastos adicionais. A pandemia afetou especialmente os Estados Unidos, onde matou mais de 164 mil pessoas, mais do que qualquer outro país. Milhões de trabalhadores norte-americanos perderam seus empregos e espera-se que o vencimento, no mês passado, da ajuda de US$ 600 semanais em benefícios federais de desemprego cobrem seu preço. As negociações sobre um novo pacote foram interrompidas na última sexta-feira (7). Os pontos críticos incluem o tamanho do benefício para os desempregados, ajuda aos governos estaduais e municipais e dinheiro para a reabertura de escolas.

Pontos críticos da negociação de novo pacote incluem o tamanho do benefício para desempregados, ajuda aos governos estaduais e municipais e dinheiro para a reabertura de escolas. O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa sobre a resposta à pandemia de Covid-19 na Casa Branca, em Washington, nesta quarta-feira (12) Kevin Lamarque/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou na quarta-feira (12) os democratas do Congresso de não quererem negociar um pacote de ajuda devido ao coronavírus porque ele...

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Após quatro meses de queda, setor de serviços cresce 5% em junho, diz IBGE

Apesar da reação, setor registrou tombo recorde de 15,4% no 2º trimestre e ainda segue 14,5% abaixo do patamar pré-pandemia. Após quatro meses de queda, setor de serviços cresce 5% em julho O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 5% em junho, na comparação com maio, interrompendo uma sequência 4 taxas mensais negativas, segundo divulgou nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a inversão de rota e com a segunda maior alta mensal da série histórica da pesquisa, o resultado fica longe de recuperar as perdas acumuladas de 19,5% dos quatro meses anteriores e evidencia a dificuldade de recuperação do setor. O volume de serviços no país ainda segue 14,5% abaixo do patamar registrado em fevereiro, mês que antecedeu aos impactos da pandemia, e 24% abaixo da máxima alcançada em novembro de 2014. Na comparação com junho de 2019, o setor registrou queda de 12,1%, o quarto recuo seguido nesta base de comparação. Em 12 meses, a perda é de 3,3%, retração mais intensa desde novembro de 2017 (-3,4%). Volume de serviços Economia G1 O resultado veio um pouco melhor do que o esperado pelo mercado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de avanço de 4,4% no mês e de queda de 14,2% no ano. Após quatro meses de queda, setor de serviços cresce 5% em julho Tombo recorde de 15,4% no 2º trimestre Apesar de ter ficado no vermelho por 4 meses, os efeitos negativos da pandemia sobre o setor de serviços começaram a ser sentidos apenas nos últimos 10 dias do mês março e se aprofundaram nos dois meses subsequentes, provocando uma retração de 18,6% entre março de maio, segundo o IBGE. Com o resultado de junho, o setor fechou o 2º trimestre com queda de 15,4% em relação aos 3 meses anteriores, o maior tombo trimestral do setor já registrado pela pesquisa, iniciada em 2011. No primeiro trimestre, o recuo havia sido de 3% sobre o 4º trimestre. Na comparação com o 2º trimestre de 2019, houve queda de 16,3%, também recorde histórico, após recuo de 0,2% no 1º trimestre. No 1º semestre, o setor de serviços teve queda de 8,3% frente a igual período de 2019, o pior resultado semestral de toda a série histórica, pressionado principalmente pelo encolhimento dos serviços prestados às famílias (-35,2%), com uma queda forte nas receitas de restaurantes, hotéis, bufê e outros serviços de comida preparada. Flexibilização das medidas de restrição Todas as 5 atividades investigadas pelo IBGE registraram alta na passagem de maio para junho, com destaque para serviços prestados para famílias (14,2%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (6,9%) e de serviços de informação e comunicação (3,3%). Entre os 166 serviços investigados pela pesquisa, o segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o resultado de junho, segundo o IBGE. Os serviços de alojamento e alimentação registraram avanço de 17,3%. “Com as medidas de isolamento, muitos restaurantes estavam fechados, ainda que alguns estivessem funcionando por delivery. Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, eles começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços de junho”, afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. Variação do volume de serviços em junho, por atividade e subgrupos Serviços prestados às famílias: 14,2% Serviços de alojamento e alimentação: 17,3% Outros serviços prestados às famílias (salões de beleza, academias, reparos, etc): 4,3% Serviços de informação e comunicação: 3,3% Serviços de tecnologia da informação e comunicação: 3,1% Telecomunicações: 0,7% Serviços de tecnologia da informação: 3,1% Serviços audiovisuais: 4,1% Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2,7% Serviços técnico-profissionais: 0,5% Serviços administrativos e complementares: 2,6% Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: 6,9% Transporte terrestre: 3,6% Transporte aquaviário: -2,3% Transporte aéreo: 58,9% Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -4,5% Outros serviços: 6,4% O setor de transportes teve a segunda alta seguida, acumulando avanço de 11,9% em dois meses, mas ainda insuficiente para eliminar a perda acumulada de 25,2% entre março e abril. "Esse resultado positivo vem do transporte rodoviário de carga, que já está atendendo a uma maior demanda do setor industrial ou dos centros de distribuição dos supermercados nos diversos estados", disse o pesquisador, citando ainda a contribuição do transporte de passageiros diante da flexibilização das medidas de isolamento social em diversas cidades. Outro avanço expressivo em junho foi verificada nos serviços de transportes aéreos (58,9%), a segunda alta seguida. No ano, porém, a perda acumulada está em 35,2%. No segmento de serviços de informação e comunicação, a atividade mais impactada pela pandemia foram os serviços relacionados ao audiovisual, com queda de 18,1% no acumulado no ano, ao passo que os serviços de tecnologia da informação tiveram alta de 6,4% no 1º semestre. Faturamento de lojas on-line sobe 72% durante pandemia Serviços mostram recuperação mais lenta Depois do forte tombo em março e abril, em meio às medidas de isolamento social para contenção da pandemia de Covid-19, a economia tem mostrado sinais de recuperação, mas a reação tem se mostrado mais rápida nas vendas no varejo e na produção industrial, enquanto o setor de serviços dá sinais de uma recuperação mais lenta. "Os serviços foram afetados de maneira mais intensa por conta da característica do atendimento presencial, interrompido na pandemia", explicou Lobo, destacando que houve uma adaptação do comércio para vendas online e que os supermercados foram mantidos abertos, "roubando" clientes de bares e restaurantes. "É difícil a gente imaginar uma recuperação rápida dada o quanto o setor precisa avançar para retomar ao patamar pré-pandemia", completou. Segundo o pesquisador, o setor ainda precisa crescer 17% para retomar o patamar pré-pandemia de fevereiro. Na véspera, o IBGE mostrou que as vendas do comércio cresceram 8% em junho, na comparação com maio, retomando o patamar pré-pandemia. Ainda assim, o varejo brasileiro acumula queda de 3,1% no ano e fechou o 2º trimestre com retração recorde de 7,8%, na comparação com os 3 meses anteriores. Já a produção industrial cresceu 8,9% em junho, na comparação com maio. Foi a segunda alta seguida do setor, mas ainda insuficiente para eliminar a perda de 26,6% acumulada nos meses de março e abril, quando o setor atingiu o nível mais baixo já registrado no país. No 2º trimestre, a indústria teve queda de 17,5%, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Segundo economistas, o desempenho do setor de serviços e do emprego é o que deve determinar o ritmo de recuperação da economia brasileira no pós-pandemia. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostra que a expectativa do mercado é de retração de 5,62% para a economia brasileira em 2020. O governo estima que o PIB vai contrair 4,7% este ano. Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira. O IBGE divulgará os dados sobre o segundo trimestre em 1º de setembro. Serviços têm alta em 20 estados e no DF Segundo o IBGE, 21 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em junho, frente a maio. São Paulo (5,1%) teve o crescimento mais importante, após cair 19,5% entre fevereiro e maio. Outras contribuições positivas relevantes vieram do Rio de Janeiro (3,6%), de Minas Gerais (4,7%), do Rio Grande do Sul (6,6%) e do Distrito Federal (6,6%). Em contrapartida, Mato Grosso (-3,2%), Paraná (-1,0%) e Espírito Santo (-3,2%) registraram as principais quedas. Índice de atividades turísticas cresce 19,8% em junho Em junho, o índice das atividades turísticas cresceu 19,8% na comparação com maio. Com o resultado, passou a acumular ganho de 28,1% em dois meses após um tombo de 68,1% entre março e abril. Já na comparação com junho do ano passado, o índice recuou 58,6%, registrando a quarta retração seguida. No acumulado no 1º semestre, teve queda de 34,6% frente a igual período do ano passado.

Apesar da reação, setor registrou tombo recorde de 15,4% no 2º trimestre e ainda segue 14,5% abaixo do patamar pré-pandemia. Após quatro meses de queda, setor de serviços cresce 5% em julho O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 5% em junho, na comparação com maio, interrompendo uma sequência 4 taxas mensais negativas, segundo divulgou nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a inversão de rota e com a segunda maior alta mensal da série histórica da pesquisa, o resultado fica longe de recuperar a...

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Caixa Seguridade retoma processo de IPO e listagem na bolsa
Pedido de oferta inicial de ações para abrir capital do braço de seguros e previdência da Caixa foi protocolado na quarta-feira na CVM. A Caixa comunicou na noite de quarta-feira (12) que decidiu retomar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de seu braço de seguros e previdência, a Caixa Seguridade. O banco estatal informou que protocolou na Comissão de Valores Mobiliários o pedido de retomada do registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias de emissão da Caixa Seguridade, e que a sua subsidiária protocolou perante a B3 os pedidos de retomada de admissão e de listagem da Caixa Seguridade no segmento de negociação denominado Novo Mercado. Um prospecto preliminar do pedido de abertura de capital chegou a ser protocolado em fevereiro, mas em março a Caixa decidiu suspender o processo de IPO citando a "atual conjuntura do mercado". A expectativa é que o IPO da Caixa Seguridade possa levantar mais de US$ 10 bilhões. A Caixa Econômica Federal também informou que está discutindo com bancos de investimento a venda de participação de aproximadamente R$ 800 milhões em ações preferenciais que possui no Banco Pan. O objetivo do banco é se desfazer apenas das 89,6 milhões de ações preferenciais no Pan, mas manter suas ações ordinárias na instituição. Bolsonaro defende privatização e diz que responsabilidade fiscal e teto de gasto são norte Pedido de oferta inicial de ações para abrir capital do braço de seguros e previdência da Caixa foi protocolado na quarta-feira na CVM. A Caixa comunicou na noite de quarta-feira (12) que decidiu retomar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de seu braço de seguros e previdência, a Caixa Seguridade. O banco estatal informou que protocolou na Comissão de Valores Mobiliários o pedido de retomada do registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias de emissão da Caixa Seguridade, e que a sua subsidiária protocolou perante a B3 os pedidos de retomada de admissão e de listagem da Caixa Seguridade no segmento de negociação denominado Novo Mercado. Um prospecto preliminar do pedido de abertura de capital chegou a ser protocolado em fe...
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Bolsas da China fecham perto da estabilidade com cautela antes de reunião EUA-China
Autoridades de EUA e China vão revisar nesta semana a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa. Os índices acionários da China fecharam com pouca alteração nesta quinta-feira (13), uma vez que a cautela antes de uma reunião com os Estados Unidos esta semana para revisar o acordo comercial bilateral compensou a força nos papéis de agricultura devido a preocupações com a segurança alimentar. Autoridades de EUA e China vão revisar a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa durante videoconferência em 15 de agosto. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve variação positiva de 0,04%. O subíndice do setor financeiro do CSI300 recuou 0,26%, o de consumo subiu 0,27%, o imobiliário perdeu 0,17% e o de saúde caiu 1,98%. As ações das empresas agrícolas chinesas subiram devido a preocupações com a segurança alimentar do país diante do surto de coronavírus e do aumento das tensões EUA-China, disseram em nota analistas da TF Securities. Tensões entre Estados Unidos e China têm se tornado mais frequentes: entenda as disputas Veja as cotações de fechamento das bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,78%, a 23.249 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,05%, a 25.230 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,04%, a 3.320 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,26%, a 4.635 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,21%, a 2.437 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,73%, a 12.763 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,28%, a 2.595 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,67%, a 6.091 pontos. Autoridades de EUA e China vão revisar nesta semana a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa. Os índices acionários da China fecharam com pouca alteração nesta quinta-feira (13), uma vez que a cautela antes de uma reunião com os Estados Unidos esta semana para revisar o acordo comercial bilateral compensou a força nos papéis de agricultura devido a preocupações com a segurança alimentar. Autoridades de EUA e China vão revisar a Fase 1 do acordo comercial e devem fazer queixas mútuas em uma relação cada vez mais tensa durante videoconferência em 15 de agosto. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,26%, enquanto o índice de Xangai teve variação positiva de 0,04%. O su...
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Eletrobras tem lucro de R$ 4,59 bilhões no 2º trimestre, queda de 17%
No semestre, lucro da estatal somou R$ 4,9 bilhões, contra R$ 6,908 bilhões obtidos no mesmo período de 2019. A Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras) registrou lucro líquido de R$ 4,59 bilhões no segundo trimestre, valor que representa uma queda de 17,3% em relação ao resultado do mesmo trimestre do ano passado (R$ 5,56 bilhões), segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (12). Segundo a estatal, o resultado refletiu, principalmente, pelo efeito das revisões tarifárias das concessões de transmissão de energia, além de despesas financeiras e desvalorização do real. O lucro recorrente da Eletrobras somou R$ 1,422 bilhão, contra R$ 2,186 bilhões no mesmo trimestre do ano passado. Já o Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 7,8 bilhões, valor 483% superior ao reportado no 2º trimestre de 2019, com impacto positivo de R$ 5,5 bilhões devido à revisão das tarifas de transmissão. Corte de despesas A companhia também registrou significativa redução no número de empregados, para 12,5 mil, contra 15,5 mil anteriormente, com programas de demissão voluntária. A Eletrobras disse que essas demissões ajudaram a reduzir custos com pessoal, material, serviços e outros (PMSO) em 26% na comparação ano a ano, para R$ 1,67 bilhão. A companhia contabilizou R$ 12,5 bilhões de receita bruta no trimestre, dos quais R$ 5,5 bilhões referem-se à remensuração do ativo de RBSE decorrente da revisão tarifária das concessões de transmissão renovadas. A estatal encerrou o trimestre com R$ 14,7 bilhões em caixa e equivalentes de caixa. Com isso, a dívida líquida ficou em R$ 19,6 bilhões, contra R$ 19,97 bilhões no mesmo período de 2019. A companhia é responsável por 30% da geração de energia elétrica do país, o equivalente a 51.301 MW, e, durante a pandemia, a geração da Eletrobras chegou a 40% da geração brasileira entre abril e junho. Na transmissão, a empresa detém 44,7% do Brasil, num total de 71.503 km de linhas. Já os investimentos encolheram 43% na comparação com o 2º trimestre do ano passado, somando R$ 380 milhçoes. A Eletrobras fechou o semestre com um lucro líquido de R$ 4,9 bilhões, contra R$ 6,908 bilhões obtidos no mesmo período de 2019. Já a Receita Operacional Líquida cresceu 38%, para R$ 18,053 bilhões. Privatização da Eletrobrás é descartada no momento; Correios podem ser a opção No semestre, lucro da estatal somou R$ 4,9 bilhões, contra R$ 6,908 bilhões obtidos no mesmo período de 2019. A Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras) registrou lucro líquido de R$ 4,59 bilhões no segundo trimestre, valor que representa uma queda de 17,3% em relação ao resultado do mesmo trimestre do ano passado (R$ 5,56 bilhões), segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (12). Segundo a estatal, o resultado refletiu, principalmente, pelo efeito das revisões tarifárias das concessões de transmissão de energia, além de despesas financeiras e desvalorização do real. O lucro recorrente da Eletrobras somou R$ 1,422 bilhão, contra R$ 2,186 bilhões no mesmo trimestre do ano passado. Já o Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortizaç...
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Acessar conversas sigilosas 'sem querer' é crime?

Tira-dúvidas também responde questão sobre compra de aparelho 'com vírus de fábrica'. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Crime de invasão requer violação de mecanismo de segurança, como uma tela de bloqueio. Mas violação de privacidade pode ser ilícita por outras razões. Altieres Rohr/G1 Acesso 'sem querer' a conversas do WhatsApp Web Trabalho numa empresa com três funcionários e um fica na sala com nosso patrão. Outro dia ele me pediu para fazer um trabalho para ele, pois a outra funcionária não estava na sala. Ao tentar acessar a página do WhatsApp Web, ela já estava aberta, e ela estava falando com a esposa do patrão a respeito dele (passando todos os passos dele, que horas ele chega, a que horas ele sai e com quem ele se comunica no decorrer do dia). Na mesma hora eu comuniquei a ele, pois sou funcionária nesta empresa há mais de 30 anos e nunca fiz esse tipo de jogo (falar do patrão para quem quer que seja). Quero saber se isso pode ser configurado como invasão, uma vez que estava lá aberto para quem se sentasse naquela máquina. – (nome omitido pelo blog) É importante lembrar que a Justiça dispõe de várias instâncias e esferas diferentes. Até um detalhe pode ser determinante para a decisão tomada pelo juiz. Essa história, por exemplo, envolve a questão trabalhista (era um computador do trabalho), uma questão pessoal ou civil, e uma possível questão criminal. A "invasão" de dispositivos eletrônicos é uma questão criminal. Em termos criminais, a lei normalmente só é aplicada quando houve uma intenção. Há algumas exceções, como o conhecido homicídio culposo (sem intenção de matar) e consequências que decorrem de uma negligência, como abandono de incapaz. Abrir uma página de internet e se deparar com informações de outra pessoa dificilmente seria considerado um ato "intencional". Mas a lei no Brasil exige ainda mais uma condição: a violação de um mecanismo de segurança. Nesse caso, é possível afirmar que não houve uma violação de um mecanismo de segurança. Afinal, o WhatsApp Web abriu imediatamente porque já estava autenticado. Existe, porém, um outro lado dessa situação: o respeito à privacidade e intimidade da funcionária. O WhatsApp Web, quando é carregado, não mostra nenhuma conversa. Sendo assim, você teve que clicar em uma das conversas para visualizar os diálogos – e isso, embora não seja uma invasão como a lei define, pode ser uma espécie de violação de privacidade ou intimidade. Outros aspectos legais, que não a invasão de dispositivo, podem entrar em jogo. Como o caso ocorreu em um computador do trabalho, também pode ser argumentado que a funcionária não deveria ter certas expectativas de privacidade. Mas isso pode variar dependendo do contrato de trabalho ou regulamento da empresa. O ideal é firmar um acordo bem claro com os funcionários a respeito do uso de equipamentos e dos dados que são armazenados nele, mas isso nem sempre existe, especialmente em empresas menores. Este blog não pode oferecer nenhuma consulta ou auxílio jurídico. A recomendação é sempre consultar um advogado. Porém, é importante saber que a lei brasileira exige a violação de um mecanismo de segurança para que se configure crime de invasão. É por isso, também, que este blog faz questão de lembrar da necessidade de configurar senhas de bloqueio e manter dados pessoais (como o WhatsApp) exclusivamente em dispositivos pessoais e protegidos. Então, um detalhe preocupante da sua história é o seguinte: por que você iria abrir o WhatsApp Web? Se você pretendia autorizar o seu próprio telefone no computador do trabalho, você estaria cometendo o mesmo erro, deixando suas conversas em um computador que não é pessoal. Outros detalhes da lei de crimes digitais podem ser conferidos na própria lei 12.737 de 2012. Veja aqui. Tela de configurações do aplicativo da Play Store mostra se dispositivo Android é certificado pelo Google. Certificação ajuda a identificar aparelhos mais seguros Reprodução Como saber se um celular tem 'vírus de fábrica'? Comprei um aparelho Doogee X95 na internet, mas não sei ver se ele tem vírus. Vi dizer em uma coluna do G1, Segurança Digital, que esses códigos maliciosos podem estar dentro do sistema escondido. Agradeço desde já e agradeço de me indicaram links que se ajudem a resolver esse problema. – Reinaldo Reinaldo, é muito difícil determinar se um aparelho possui códigos indevidos de fábrica. É fato que programas maliciosos já foram encontrados nos sistemas instalados pela Doogee em seus aparelhos, mas o X95 é novo e não há denúncias contra esse modelo até o momento. Um esclarecimento importante: vírus nem sempre vêm "pré-instalados" nos celulares por vontade da fabricante. Fabricantes de aparelhos muitas vezes concordam com a inclusão de aplicativos "parceiros" no sistema. Isso é fácil de verificar quando você compra um aparelho em lojas de operadoras: em muitos casos, a marca da operadora aparece quando você liga o smartphone e há aplicativos pré-instalados que correspondem a serviços da operadora. O mesmo tipo de acordo comercial existe com outras fabricantes, mesmo sem o envolvimento das operadoras. O intuito é permitir que a fabricante recupere parte dos custos de fabricação para vender o aparelho por um preço menor. Infelizmente, algumas dessas adições ao sistema podem ter códigos maliciosos. Bons fabricantes testam o sistema rigorosamente e se submetem a verificações do Google e de entidades reguladoras. Nesse sentido, é importante destacar algumas coisas: A marca "Doogee" atualmente não faz parte da lista de parceiros do Google; A Doogee não tem aparelhos homologados no Brasil. Você pode consultar isso no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Consulta de Produtos; No Android, você pode abrir o aplicativo da Play Store e acessar "Configurações". No fim da tela, você verá uma mensagem afirmando se o aparelho é certificado. Aparelhos sem certificação não passaram por processos do Google que garantem a integridade do sistema; Se o celular não veio com a Play Store pré-instalada, ele provavelmente não é um modelo certificado. Sendo assim, Reinaldo, é bastante provável que você tenha adquiro um aparelho que não foi homologado pela Anatel e que não passou pelo processo de certificação do Google. Isso é arriscado, mas não significa que o aparelho necessariamente possui algum programa malicioso. Se você se importa com a segurança dos seus dados, é recomendado evitar o uso de aparelhos com esse tipo de procedência. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com.

Tira-dúvidas também responde questão sobre compra de aparelho 'com vírus de fábrica'. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Crime de invasão requer violação de mecanismo de segurança, como uma tela de bloqueio. Mas violação de privacidade pode ser ilícita por outras razões. Altieres Rohr/G1 Acesso 'sem querer' a conversas do WhatsApp Web Trabalho numa empresa com três funcionários e um fica...

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China diz que detectou coronavírus em frango importado do Brasil

Importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. De acordo com número de registro informado, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. G1 tenta contato com a empresa. Ministério da Agricultura disse que ainda não foi notificado e que alimentos são seguros. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A prefeitura de Shenzhen, cidade da China próxima de Hong Kong, anunciou nesta quinta-feira (13) que detectou o novo coronavírus em um controle de rotina de frango importado do Brasil, o maior produtor mundial. "O vírus Sars-CoV-2, responsável pela doença Covid-19, foi encontrado recentemente em uma amostra coletada da superfície de um lote de asas de frango congeladas importadas", informou um comunicado divulgado pela Sede de Prevenção e Controle de Epidemias de Shenzhen. De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em nota, a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) disse o processo produtivo é seguro e que o setor está em contato com a China. 'Não devemos criar a impressão de que há problema com nossa cadeia alimentar', diz OMS O Ministério da Agricultura disse, em nota, que "até o momento não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência" e que pediu explicações à Administração Geral de Alfândega da China (GACC). A Embaixada da China no Brasil afirmou na tarde desta quinta-feira (13) que “por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira”. "O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contaminação", diz a embaixada em nota enviada ao G1. Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora. O G1 também procurou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que disse que "está analisando as informações de possível detecção de traços de vírus em embalagem de produto de origem brasileira" (veja a nota na íntegra no final da reportagem). "Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados", diz o ministério (leia a íntegra da nota no final da reportagem). Carne de frango congelada Reprodução/TV Fronteira O comunicado da prefeitura de Shenzhen também diz que, pela segunda vez, traços do coronavírus foram encontrados em camarões procedentes do Equador (leia mais abaixo). As autoridades chinesas informaram que submeteram imediatamente a exames de diagnóstico as pessoas que tiveram contato com os produtos contaminados, assim como seus parentes. Todos os testes apresentaram resultado negativo, segundo o comunicado. O comunicado de Shenzhen também pede para que consumidores sejam cautelosos ao comprar carne congelada e frutos do mar importados, e a continuar tomando medidas de proteção para minimizar o risco de infecção pelo novo coronavírus. Exportações brasileiras A contaminação de frango brasileiro pode provocar uma nova queda das exportações brasileiras para a China. Em fevereiro de 2019, Pequim passou a aplicar, por cinco anos, tarifas antidumping ao frango brasileiro, que vão de 17,8% a 32,4%. Em julho, os embarques de carne de frango do Brasil, por sua vez, terminaram julho com queda de 5,7% em relação a mesmo mês do ano passado, totalizando 364,6 mil toneladas, segundo a ABPA. As receitas atingiram US$ 498,2 milhões, recuo de 25% no ano a ano. Apesar disso, a ABPA ainda acredita que as exportações da proteína devam manter a alta no acumulado do ano – entre janeiro e julho, foram embarcadas 2,471 milhões de toneladas, leve avanço de 0,5% ante os sete primeiros meses de 2019. O Brasil, maior produtor mundial de carne de frango, era até 2017 o principal fornecedor de frango congelado para a China, por um valor que se aproximava de US$ 1 bilhão por ano e um volume que representava quase 85% das importações do gigante asiático. Nos últimos anos o país perdeu parte do mercado para Tailândia, Argentina e Chile, de acordo com a consultoria especializada Zhiyan. Veja abaixo um vídeo sobre as vendas de frango do Brasil para a China. Exportação de frango para China aumenta 15% em janeiro Pacotes de camarões equatorianos contaminados Na província de Anhui, a prefeitura da cidade de Wuhu anunciou que detectou a presença do coronavírus em embalagens de camarões procedentes do Equador. Os pacotes estavam conservados no congelador de um restaurante da cidade. Esta é a segunda vez desde o início de julho que a China informa a presença do vírus em pacotes de camarões equatorianos. No dia 10 de julho, a Administração da Alfândega da China fez testes com amostras de um contêiner e com pacotes de camarões brancos do Pacífico que apresentaram resultados positivos para o novo coronavírus. As avaliações aconteceram nos porto de Dalian e Xiamen. De acordo com os dados mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Equador produziu em 2018 quase 500 mil toneladas de camarões e 98 mil foram importadas à China, um mercado em plena expansão — um ano antes as exportações alcançaram apenas 16 mil toneladas. Em junho, o grande mercado atacadista de Xinfadi, em Pequim, foi fechado após a detecção de um foco epidêmico que afetou centenas de pessoas. Restos de vírus foram detectados em uma tábua de corte de salmão importado. A China, onde o coronavírus foi detectado pela primeira vez no fim de 2019, controlou em grande medida a epidemia, segundo os dados oficiais. Nesta quinta-feira (13), o país anunciou um balanço diário de 19 contágios. A última morte provocada pelo vírus aconteceu em maio, segundo o governo chinês. O Brasil é o segundo país do mundo mais afetado pela Covid-19, atrás dos Estados Unidos. O Equador tem um balanço de quase 6.000 vítimas fatais e mais de 97 mil casos confirmados. A Covid-19 é uma doença respiratória e, até o momento, nada indica que pode ser transmitida por meio da ingestão de produtos contaminados. Focos de contágio já foram registrados em matadouros de outros países, como Alemanha, França, Estados Unidos ou Bélgica. Veja a nota do Ministério da Agricultura na íntegra: "Esclarecimento sobre suposta detecção de coronavírus na China em asa de frango importada do Brasil Na manhã de hoje, foi publicada nota no site do município de Shenzhen, província de Guangdong, com informações da autoridade sanitária local sobre uma suposta detecção de ácido nucleico do coronavírus na superfície de uma amostra de asa de frango congelada, oriunda de um lote importado do Brasil. Segundo a nota, outras amostras do mesmo lote foram coletadas, analisadas e os resultados foram negativos. O Escritório de Prevenção e Controle de Epidemiologia de Shenzhen informou que todas as pessoas que manusearam ou entraram em contato com o material testaram negativo para a COVID-19. Ainda na noite de ontem, após notícia veiculada na imprensa da província chinesa, o MAPA acionou imediatamente a Adidância Agrícola em Pequim, que consultou a Administração Geral de Aduanas da China - GACC buscando as informações oficiais que esclareçam as circunstâncias da suposta contaminação. Até o momento, o MAPA não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência. O MAPA ressalta que, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados. O MAPA reitera a inocuidade dos produtos produzidos nos estabelecimentos sob SIF, visto que obedecem protocolos rígidos para garantir a saúde pública." Veja a nota da ABPA na íntegra: "A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informa que o setor produtivo está analisando as informações de possível detecção de TRAÇOS DE VÍRUS em EMBALAGEM de produto de origem brasileira, feita por autoridades municipais de Shenzen, na China. Ainda não está claro em que momento houve a eventual contaminação da embalagem, e se ocorreu durante o processo de transporte de exportação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil está em contato para esclarecimentos com o GACC (autoridade sanitária oficial da China), que fará a análise final da situação. A ABPA reitera que não há evidências científicas de que a carne seja transmissora do vírus, conforme ressaltam a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Ao mesmo tempo, o setor exportador brasileiro reafirma que todas as medidas para proteção dos trabalhadores e a garantia da inocuidade dos produtos foram adotadas e aprimoradas ao longo dos últimos meses, desde o início da pandemia global."

Importações estão mantidas, e autoridades recomendam cuidados no preparo dos alimentos. De acordo com número de registro informado, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. G1 tenta contato com a empresa. Ministério da Agricultura disse que ainda não foi notificado e que alimentos são seguros. Imprensa chinesa diz ter encontrado traços do coronavírus em frango importado do Brasil A prefeitura de Shenzhen, cidade da China próxima de Hong Kong, anunciou nesta quinta-feira (13) que detectou o novo coronavírus em um controle de rotina de frango importado do Brasil, o maior produtor mundial. "O vírus Sars-CoV-2, responsável pela doe...

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O Assunto #252: A implosão do projeto de Paulo Guedes

A 'debandada' de parte da equipe econômica, que perdeu oito integrantes até agora, evidencia o enfraquecimento do programa liberal - uma bandeira de campanha - no governo federal. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Dois novos desfalques na equipe econômica colocam em xeque o futuro do ministro da Economia. Numa manobra arriscada, ele resolveu expor em público as resistências do presidente em fazer reformas e privatizar, duas promessas de campanha. Nesta quarta, Jair Bolsonaro reagiu ao movimento de Paulo Guedes reafirmando compromisso com a responsabilidade fiscal. Mas a luta interna continua. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com Miriam Leitão, comentarista da Globo, da CBN e colunista do jornal O Globo. Miriam explica por que o projeto de Guedes nunca decolou e, agora, corre o risco de sair de vez da pauta de Bolsonaro. E responde ainda: nosso debate econômico ficará eternamente limitado ao enfrentamento entre austeros e gastadores? Participa também Valdo Cruz, jornalista da TV Globo em Brasília. Ele antecipa os próximos passos desse conflito, como o destino do teto de gastos na elaboração do Orçamento. E analisa as perspectivas para Guedes no governo. O que você precisa saber: Guedes anuncia pedidos de demissão de dois secretários e vê 'debandada' na Economia Com saída de Mattar e Uebel, sete já deixaram equipe econômica desde o ano passado Pressão para ampliar gasto gera desconforto na equipe de Guedes e temor de perda da credibilidade Para assessores de Bolsonaro, Guedes pode sair se governo optar por furar teto de gastos Bolsonaro defende privatizações e diz que responsabilidade fiscal e teto de gastos são o 'norte' Bolsonaro defende controle de gastos e privatizações, após baixas na equipe econômica O podcast O Assunto é produzido por: Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Giovanni Reginato, Mônica Mariotti e Renata Bitar. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

A 'debandada' de parte da equipe econômica, que perdeu oito integrantes até agora, evidencia o enfraquecimento do programa liberal - uma bandeira de campanha - no governo federal. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Dois novos desfalques na equipe econômica colocam em xeque o futuro do ministro da Economia. Numa manobra arriscada, ele resolveu expor em público as resistências do presi...

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Auxílio Emergencial: Caixa libera saques e transferências de novas parcelas para 4 milhões nesta quinta

Liberação será para trabalhadores fora do Bolsa Família, nascidos em maio e aprovados em todos os lotes do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta quinta-feira (13) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial, para 4 milhões de beneficiários do programa nascidos em maio. Entre eles, estão 102 mil trabalhadores que tiveram o pedido liberado este mês: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). População enfrenta diversas dificuldades para conseguir receber auxílio emergencial VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA QUINTA: Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em maio poderão sacar ou transferir: aprovados no primeiro lote poderão sacar a terceira e a quarta parcelas; aprovados no segundo lote poderão sacar a segunda e a terceira parcelas; aprovados no terceiro e quarto lotes poderão sacar a segunda parcela; aprovados no quinto e sexto lotes poderão sacar a primeira parcela aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a terceira e quarta parcelas Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento da parcela atual. Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. Lote 1, Parcela 4 Economia G1 Lote 2, Parcela 3 Economia G1 Lotes 3 e 4, Parcela 2 Economia G1 Lote 5, Parcela 1 Economia G1 Auxílio Emergencial, Lote 6 Parcela 1 Economia G1 Auxílio Emergencial, Lote 1 (retomada), Parcelas 3 e 4 Economia G1

Liberação será para trabalhadores fora do Bolsa Família, nascidos em maio e aprovados em todos os lotes do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta quinta-feira (13) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial, para 4 milhões de beneficiários do programa nascidos em maio. Entre eles, estão 102 mil trabalhadores que tiveram o pedido liberado este mês: beneficiários do sexto lote; e do primeiro lote, que receberam a primeira parcela em abril mas tiveram os pagamentos suspensos. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendá...

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Veja as vagas de emprego do Sine Macapá para 13 de agosto; inscrições são pela web

Entre as oportunidades, há funções de açougueiro, empregado doméstico nos serviços gerais, zelador, carpinteiro, mestre doceiro e outros. Sine Macapá oferta vaga para função de açougueiro Graziela Rezende/G1 O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta quinta-feira (13). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. As vagas estão disponíveis apenas para o dia divulgado. O atendimento do Sine por e-mail já era feito para as empresas que ofertam as vagas e agora o órgão estendeu para os interessados em enviar currículos. A alternativa, que visa compensar o tempo em que o Sine ficou fechado, deve durar até o fim do decreto de isolamento. Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas, para quinta-feira: almoxarife açougueiro auxiliar de cozinha carpinteiro pintor de obras salgadeiro eletricista de instalações de veículos automotores empregado doméstico nos serviços gerais mecânico florestal mestre doceiro servente (construção civil) técnico de refrigeração (instalação) torneiro mecânico zelador Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá

Entre as oportunidades, há funções de açougueiro, empregado doméstico nos serviços gerais, zelador, carpinteiro, mestre doceiro e outros. Sine Macapá oferta vaga para função de açougueiro Graziela Rezende/G1 O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta vagas de emprego em Macapá para esta quinta-feira (13). O atendimento ao público está suspenso na sede do órgão e os candidatos interessados devem encaminhar e-mail com currículo anexado. As inscrições e cadastros devem ser feitos pela internet, no e-mail sinetrabalhador@sete.ap.gov.br. A...

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Lucro da Ultrapar recua 60% no segundo trimestre

Empresa teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho; resultado foi pressionado pelas medidas de distanciamento social. O grupo empresarial Ultrapar registrou queda de quase 60% no lucro líquido do segundo trimestre ante mesmo período de 2019, pressionado pelos impactos das medidas de distanciamento social que fizeram sua principal unidade, a rede de postos Ipiranga, ter queda de 18% nas vendas de combustíveis. A companhia teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho, ante expectativa média de analistas compilada pela Refinitiv de R$ 113 milhões. Posto Ipiranga durante o anoitecer na avenida Morumbi, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 611 milhões, queda de 14% na comparação anual e abaixo da previsão média da Refinitiv de R$ 702 milhões. A Ultrapar afirmou que em abril os volumes de venda de combustíveis do ciclo Otto despencaram 37% ante mesmo mês de 2019, enquanto no diesel a queda foi de 17%. "Em maio e junho os volumes vendidos registraram importante e gradual recuperação", afirmou a companhia no balanço, após flexibilizações da quarentena em uma série de Estados. Segundo o balanço, para mitigar a queda nas vendas da Ipiranga, a rede de postos de combustíveis reduziu gastos "em diversas áreas, que possibilitaram a corte das despesas gerais, administrativas e de vendas em 32% na comparação anual". Enquanto isso, o nível de inadimplência registrado "apresentou ligeiro aumento e manteve-se em patamares aceitáveis para o período", afirmou a Ultrapar sobre a Ipiranga. O grupo, que ainda soma negócios em transporte e armazenamento de granéis líquidos, distribuição de gás liquefeito, especialidades químicas e varejo farmacêutico, teve leve queda na relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado, passando de 3,3 vezes no fim de março para 3,2 vezes. A companhia afirmou que o conselho de administração aprovou proposta para não pagar dividendos intermediários relativos a 2020 como forma de preservar caixa, que fechou o semestre em R$ 8,45 bilhões ante R$ 6,42 bilhões um ano antes.

Empresa teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho; resultado foi pressionado pelas medidas de distanciamento social. O grupo empresarial Ultrapar registrou queda de quase 60% no lucro líquido do segundo trimestre ante mesmo período de 2019, pressionado pelos impactos das medidas de distanciamento social que fizeram sua principal unidade, a rede de postos Ipiranga, ter queda de 18% nas vendas de combustíveis. A companhia teve lucro de R$ 50 milhões entre abril e junho, ante expectativa média de analistas compilada pela Refinitiv de R$ 113 milhões. Posto ...

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Governo eleva a R$ 742,4 bilhões previsão para valor da produção agropecuária em 2020

Valor representa um aumento de 10,1% em relação a 2019, diante do aumento da safra e alta nos preços de vários produtos. Cooperada soja - Cotrijal Divulgação Cotrijal/Divulgação O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Brasil neste ano foi estimado nesta quarta-feira (12) em 742,4 bilhões de reais, aumento de 10,1% ante 2019, com um aumento da safra e alta nos preços de vários produtos, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira. Até o mês anterior, a estimativa era de um aumento de 8,8% no VBP ante o ano passado. Os resultados deste ano estão relacionados ao bom desempenho da safra de grãos, que deve alcançar recorde de 253,7 milhões de toneladas, conforme projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). "Em grande parte, esses números refletem o aumento das safras de soja e de milho. Os preços agrícolas mostram-se também favoráveis aos agricultores, e têm sido boas as condições do mercado internacional quanto à taxa de câmbio e à demanda externa", afirmou o ministério. Segundo o ministério, as lavouras devem ter crescimento real de 12,3%, e a pecuária, 6,1%. As lavouras representam 66,5% do faturamento e a pecuária, 33,5%. Conab anuncia safra recorde em 2020

Valor representa um aumento de 10,1% em relação a 2019, diante do aumento da safra e alta nos preços de vários produtos. Cooperada soja - Cotrijal Divulgação Cotrijal/Divulgação O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Brasil neste ano foi estimado nesta quarta-feira (12) em 742,4 bilhões de reais, aumento de 10,1% ante 2019, com um aumento da safra e alta nos preços de vários produtos, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira. Até o mês anterior, a estimativa era de um aumento de 8,8% no VBP ante o ano passado. Os resultados deste ano estão relacionados...

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Marfrig tem lucro de R$ 1,6 bilhão no 2º trimestre, com China e melhora operacional

Vendas de carne bovina para o país asiático saltaram 145% no trimestre e foram 65% das receitas de exportação. Funcionário organizando frigorífico da Marfrig em São Paulo. REUTERS/Paulo Whitaker A Marfrig teve lucro líquido de 1,59 bilhão de reais no segundo trimestre, um salto ante os 87 milhões obtidos em igual período de 2019, melhora que a companhia atribuiu à melhora no desempenho operacional e firme demanda da China. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 266% ano a ano, a 4,1 bilhões de reais. A receita líquida consolidada atingiu 18,9 bilhões de reais, crescimento de 54% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. "Apesar do cenário adverso (com a pandemia da Covid-19), a companhia registrou um desempenho operacional significativamente acima da média do mercado...Buscamos comprar melhor e vender melhor", disse à Reuters o presidente da Operação América do Sul da Marfrig, Miguel Gularte. "Nosso preço médio (de portfólio) subiu 18%, enquanto o mercado subiu 11%...Reduzimos os abates em linha com o mercado, de 10% a 11%, mas o custo com gado aumentou 31%, enquanto para a Marfrig subiu 29%", comparou. No período, a receita líquida da Operação América do Sul --Brasil, Argentina, Uruguai e Chile-- atingiu 4,4 bilhões de reais, crescimento anualizado de 27,7%, enquanto o Ebitda ajustado passou de 216 milhões de reais para 613 milhões. Parte significativa deste resultado se deve ao forte avanço de exportações da Operação América do Sul para a Ásia. Segundo a companhia, as vendas de carne bovina para China e Hong Kong saltaram 145% no trimestre, no comparativo ano a ano, e representam 65% das receitas de exportação. Gularte disse que este forte desempenho no mercado asiático foi impulsionado também pelo aumento no número de plantas habilitadas para exportar à China. "O Brasil teve um acréscimo de 17 plantas aprovadas pelos chineses, em relação ao segundo trimestre do ano passado. A Marfrig, mais quatro", afirmou o executivo. Atualmente com 13 unidades habilitadas pela China, a Operação América do Sul da Marfrig obteve 68% de suas receitas totais oriunda do exterior. Há um ano, essa fatia era de 52%. Sobre a pandemia, Gularte ressaltou que nenhuma planta da empresa foi paralisada no Brasil e os gastos com medidas de prevenção alcançaram 42 milhões de reais desde o fim de março. O food service foi o segmento mais afetado e a expectativa é que até o quarto trimestre haja uma normalidade. Olhando para os próximos meses, Gularte vê um cenário de ajuste na oferta de gado no Brasil, relacionado a questões climáticas por ausência dos animais de confinamento, mas compensada por preços atrativos para a carne. Mais de 550 funcionários de frigoríficos foram infectados pela Covid-19 em MT, diz governo América do Norte A receita líquida da Operação América do Norte atingiu 2,7 bilhões de dólares no trimestre, alta anual de 19%, com salto de 170,3% no Ebitda ajustado para 635 milhões de dólares. Com isso, a operação representou 77% das receitas líquidas e 86% do Ebitda consolidado da Marfrig, um recorde. "Por trás desse resultado estão a robustez do mercado americano que, por conta do isolamento exigido pela pandemia, teve o aumento de consumo e de preços finais, e a queda do custo do gado, provocada por uma maior oferta local", disse o presidente da empresa para a região, Tim Klein. Gastos ligados à pandemia somaram 48,5 milhões de dólares. Ele destacou que com a queda de abates no segundo trimestre, houve aumento de oferta de gado, que deve se estender até 2021.

Vendas de carne bovina para o país asiático saltaram 145% no trimestre e foram 65% das receitas de exportação. Funcionário organizando frigorífico da Marfrig em São Paulo. REUTERS/Paulo Whitaker A Marfrig teve lucro líquido de 1,59 bilhão de reais no segundo trimestre, um salto ante os 87 milhões obtidos em igual período de 2019, melhora que a companhia atribuiu à melhora no desempenho operacional e firme demanda da China. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu 266% ano a ano, a 4,1 bilhões de reais. A receita líquida consolidada atingiu 18,9 bi...

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Área tratada com agrotóxicos cresce 6% no Brasil no 1º semestre

Expansão foi puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos. Agrotóxico herbicida pesticida Pixabay Puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 6% no primeiro semestre do ano no Brasil, para 643,2 milhões de hectares, informou o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) nesta quarta-feira (12). A receita das indústrias do setor, no entanto, ficou praticamente estável no semestre, em relação ao mesmo período de 2019, em 6,04 bilhões de dólares. Por que a produção de alimentos depende tanto de agrotóxicos? Governo autoriza o registro de 1 princípio ativo inédito e 5 genéricos usados na formulação de agrotóxicos O tratamento das áreas de soja aumentou 33% de janeiro a junho, seguido pelas lavouras de milho (+29%) e algodão (+18%), disse o sindicato. "Soja, milho, algodão e cana, juntos, representam cerca de 80% do mercado de defensivos agrícolas no país", disse em nota o presidente do sindicato, Julio Garcia. A estimativa de área tratada é muito maior do que o plantio efetivo no Brasil, porque uma mesma fazenda recebeu aplicação de defensivos mais de uma vez. Garcia ainda afirmou que a contenção de pragas, doenças e ervas daninhas é um desafio cada vez maior, exigindo a ação de soluções mais complexas e inovadoras para proteção das plantas. Uso por produto Quanto aos produtos, os inseticidas representaram 36% das aplicações, os fungicidas 33%, e os herbicidas 22%. "No 1º semestre de 2020, as pragas estiveram mais agressivas do que nunca. A soja exigiu diferentes mecanismos de defesa para combater uma doença muito agressiva de difícil controle: a ferrugem asiática", afirmou. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos e, no caso de ervas daninhas, capim amargoso e buva exigiram modos de ação diferenciados para combatê-los. Em relação ao milho safrinha, foi preciso aumentar o uso de inseticidas para combater cigarrinhas e percevejos, enquanto manchas foliares e ferrugem demandaram mais aplicações de fungicidas. G1 no Campo: Ministério da Agricultura libera o uso de mais 16 agrotóxicos nas lavouras Quanto ao algodão, a doença mais agressiva continua sendo a ramulária, levando os agricultores também a usar mais fungicidas. O manejo de resistência também foi intensificado na primeira metade do ano. Na perspectiva geográfica, Mato Grosso foi o Estado que mais demandou defensivos agrícolas no período, representando 28% do total, seguido por São Paulo (13%) e Matopiba (12%) --região formada pelo Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia. Câmbio No segundo trimestre do ano, o faturamento da indústria recuou 3,1%, atingindo 1,36 bilhão de dólares, e contribuindo para limitar o avanço do semestre. O Sindiveg explicou que a desvalorização cambial foi outro grande desafio para a indústria, que adquire insumos importados e ainda não conseguiu repassar integralmente o aumento desta variação integral ao mercado. A moeda norte-americana registrou seu pico em relação ao real no segundo trimestre, impulsionada pela pandemia do novo coronavírus, e chegou a ser negociada perto de 6 reais. "Vale lembrar o importante papel das indústrias de defensivos agrícolas como financiadoras da produção agrícola brasileira. Nosso prazo de financiamento médio atingiu 240 dias, aumentando mais de 20%", disse Garcia. "As empresas do setor agroquímico comprometeram-se e estão se esforçando muito para conseguir garantir recursos suficientes para financiamento do setor", acrescentou.

Expansão foi puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão. Percevejos e ácaros foram os insetos que mais necessitaram de tratamentos. Agrotóxico herbicida pesticida Pixabay Puxada pelos cultivos de soja, milho e algodão, a área tratada com defensivos agrícolas cresceu 6% no primeiro semestre do ano no Brasil, para 643,2 milhões de hectares, informou o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) nesta quarta-feira (12). A receita das indústrias do setor, no entanto, ficou praticamente estável no semestre, em relação ao mesmo período de 2019...

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Metade da exportação brasileira foi do agronegócio em julho

Setor vendeu US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% puxada pelas compras da China. 13 milhões de toneladas de grãos no Corredor de Exportação de Paranaguá Claudio Neves/AEN As exportações do agronegócio do Brasil atingiram US$ 10 bilhões em julho, alta de 11,7% em relação a igual período do ano anterior e o equivalente a 51,2% do valor total exportado pelo país no mês passado, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira (12). O resultado foi puxado por firmes altas na comercialização de produtos como soja, açúcar, celulose, algodão e carnes suína e bovina, disse a pasta, que também destacou o crescimento nos embarques para a China. "O crescimento de quase US$ 1 bilhão nas exportações para a China explica a expansão das vendas externas em julho deste ano", afirmou o ministério em comunicado, acrescentando que os embarques para o país asiático somaram US$ 3,85 bilhões, avanço de 34,3% na comparação anual. Os dados indicam, dessa forma, que a China foi responsável por 38,4% de todo o valor exportado pelo agronegócio brasileiro no mês passado. Os embarques de soja, principal produto de exportação do Brasil, somaram US$ 3,61 bilhões em julho, diante de uma elevação de 39,4% no volume exportado, a 10,4 milhões de toneladas -- das quais 75,8% foram para a China. Em termos de avanço percentual no valor exportado, o ministério destacou o açúcar, cujos embarques geraram receita de 964 milhões de dólares, ganho de 83,4% no ano a ano, em momento de demanda firme e maior produção pelas usinas locais.

Setor vendeu US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% puxada pelas compras da China. 13 milhões de toneladas de grãos no Corredor de Exportação de Paranaguá Claudio Neves/AEN As exportações do agronegócio do Brasil atingiram US$ 10 bilhões em julho, alta de 11,7% em relação a igual período do ano anterior e o equivalente a 51,2% do valor total exportado pelo país no mês passado, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira (12). O resultado foi puxado por firmes altas na comercialização de produtos como soja, açúcar, celulose, algodão e carnes su...

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Filho moderniza negócio da família e aumenta faturamento em 80%: “Era isso ou nada”

Loja de material para artesanato não tinha nenhuma operação online e precisou se reinventar para sobreviver à crise gerada pela pandemia. A transformação digital salvou um negócio na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo. Com a quarentena e o fechamento do comércio, o filho assumiu a loja de material para artesanato dos pais e conseguiu aumentar o faturamento em 80%. César Pietrobom está no ramo de tecidos há 14 anos e é dono de uma franquia de material para artesanato junto com a esposa. A loja fechou no começo da quarentena e a família enfrentou o drama de milhões de empresários: como manter o faturamento sem atendimento? Foi aí que Ítalo, arquiteto e filho mais novo do casal, assumiu o negócio e fez uma transformação. Ele levou o mundo digital para dentro da loja, que não tinha qualquer tipo de operação online. Pai e filho se uniram para salvar empresa da família durante a pandemia Reprodução TV Globo “O meu pai, como não é um grande fã de redes sociais, tinha um pé atrás. Mas aí conversamos, implementamos e arriscamos, tivemos que arriscar. Porque era isso ou nada”, diz o empresário Ítalo Pietrobom. A empresa passou a se comunicar com os clientes por aplicativos de mensagens, investiu em divulgação pelas redes sociais e criou logística para separar pedidos e fazer entregas. Resultado da transformação digital: hoje, mesmo com a loja física reaberta, as vendas online representam cerca de 40% do faturamento do negócio. Ítalo também propôs a diversificação dos produtos e a loja passou a vender também tecido antiviral e outros materiais para confecção de máscaras. O resultado dessa verdadeira revolução foi que, em junho, o faturamento do negócio subiu 80% em relação ao mesmo mês do ano passado. “Foi muito bom ele ter aparecido na loja”, comemora o pai. Veja a reportagem completa: Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80%

Loja de material para artesanato não tinha nenhuma operação online e precisou se reinventar para sobreviver à crise gerada pela pandemia. A transformação digital salvou um negócio na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo. Com a quarentena e o fechamento do comércio, o filho assumiu a loja de material para artesanato dos pais e conseguiu aumentar o faturamento em 80%. César Pietrobom está no ramo de tecidos há 14 anos e é dono de uma franquia de material para artesanato junto com a esposa. A loja fechou no começo da quarentena e a família enfrentou o drama de milhões de empresár...

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Wall Street fecha em alta, com impulso das empresas de tecnologia

Investidores voltaram aos papéis das grandes empresas de tecnologia, que sustentam o mercado de ações desde março. Wall Street Lucas Jackson/Reuters A Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta em todos os principais indicadores nesta quarta-feira (12). O principal índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,05%, fechando a 27.976,69 pontos. O tecnológico Nasdaq, com componente basicamente tecnológico, subiu 2,13%, atingindo 11.012,24 unidades, enquanto o índice ampliado S&P 500 fechou em 3.380,35 unidades - perto de seu recorde de fevereiro. Bovespa fecha em leve queda nesta quarta-feira, monitorando equipe econômica As ações de tecnologia caíram no início da semana devido a ajustes de portfólio em favor de outros itens como transporte aéreo e agências de viagens. No entanto, essas compras "não são baseadas na realidade econômica", disse Gregori Volokhine, da Meeschaert Financial Services. Nesta quarta-feira, os investidores voltaram aos papéis das grandes empresas de tecnologia, que sustentam o mercado de ações desde março: a Amazon subiu 2,65%, a Apple 3,32%, Microsoft 2,86% e a Alphabet, matriz da Google, 1,80%.

Investidores voltaram aos papéis das grandes empresas de tecnologia, que sustentam o mercado de ações desde março. Wall Street Lucas Jackson/Reuters A Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta em todos os principais indicadores nesta quarta-feira (12). O principal índice Dow Jones Industrial Average subiu 1,05%, fechando a 27.976,69 pontos. O tecnológico Nasdaq, com componente basicamente tecnológico, subiu 2,13%, atingindo 11.012,24 unidades, enquanto o índice ampliado S&P 500 fechou em 3.380,35 unidades - perto de seu recorde...

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Testes para entrega de produtos com drones devem começar em outubro com três bases de decolagem e pouso em Campinas

Autorização da Anac permite testes além da linha de visada visual, quando o operador não precisa ter contato visual para operar a aeronave. Ifood prevê rota entre shopping e condomínio. Campinas pode ser 1ª do país a ter entregas de refeições por drones Os testes que podem colocar Campinas (SP) como a primeira cidade brasileira a ter delivery de alimentos por meio de aeronaves devem começar em outubro, segundo o vice-presidente de crescimento e inovação do Ifood, Bruno Henriques. A plataforma de pedidos é parceira das companhia Speedbird Aero, que conseguiu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta semana para começar as operações. A metrópole deve ter inicialmente três pontos para pousos e decolagens. As discussões tiveram início no ano passado e, de acordo com a empresa, o prazo pode ser alterado somente se houver imprevistos atrelados à pandemia do novo coronavírus no país. O teste inicial propõe reduzir o tempo para que uma refeição seja entregue por um restaurante do Shopping Iguatemi Campinas até um "centro de distribuição" onde estão entregadores para levar os produtos aos clientes. "Hoje um motoboy precisa entrar no shopping, estacionar, retirar a refeição e voltar, leva 12 minutos. O primeiro teste significa ter uma pessoa para coletar as refeições e levar até um drone. A comida sai desse ponto, mais próximo da área de alimentação, e vai até os entregadores. Vamos fazer isso de maneira mais rápida, em dois minutos e meio, levando mais de um pedido por voo", destaca Henriques. Sem mencionar durante a entrevista o valor total investido, ele explica que o teste posterior será levar entregas da área do shopping até um condomínio residencial na mesma região. Além disso, alega que as empresas já têm também aval do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), mas a instituição diz esperar por solicitação formal sobre o tema - veja abaixo posicionamento. "É o grande case na minha opinião, fazer voar longas distâncias o que hoje levaria bastante tempo [...] Se der certo, o próximo prazo é cruzar a Rodovia D.Pedro. A beleza é que tudo regulado, como se fosse uma ponte Rio-São Paulo, com rota. Nossa expectativa é fazer os casos mais distantes se tornarem realidade." A plataforma de pedidos conta inicialmente com três profissionais nas áreas de inovação e logística, enquanto a companhia parceira terá mais quatro responsáveis pelas operações das aeronaves. Drone usado durante teste do iFood André Alves e Eduardo Yamanaka / Nectar Audiovisual Segurança A autorização concedida pela Anac à Speedbird é a primeira deste tipo emitida pela agência. Em caráter experimental, ela permite testes além da linha de visada visual, quando o operador não precisa ter contato visual para operar o drone. Procurada pelo G1, a assessoria do Decea informou que aguarda solicitação formal sobre este tipo de operação para que as análises e autorizações possam ser emitidas. "Essa etapa é imprescindível para garantir a utilização segura do espaço aéreo, tanto pela empresa quanto por quaisquer outros usuários do espaço aéreo, pessoas e propriedades no solo, conforme diretrizes da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). O site do departamento destaca que o "uso irresponsável do espaço aéreo" pode infringir leis previstas no Código Penal, Código Civil, Código Brasileiro de Aeronáutica e Lei de Contravenções Penais. O equipamento e curiosidades Em 2019, a Speedbird informou ao G1 que aeronave é 100% nacional, conta com 1,4 metro de diâmetro, seis motores, dois aparelhos de GPS, funciona com tecnologia 4G e tem até paraquedas para situações de emergência. Ela é capaz de transportar até 2 kg de produtos por viagem, em velocidade de 32 km/h, e a caixa de transporte possui monitoramento da temperatura. A companhia destacou ainda que, em "condições ideais", o drone tem autonomia de voo de 30 minutos, em um raio máximo de 5 km. Além disso, a chuva pode gerar impactos, assim como ventos acima de 50 km/h. "Todos os casos foram resolvidos para efetivamente garantir segurança de quem está na terra", falou o vice-presidente de crescimento e inovação do Ifood. O software para navegação e operação da aeronave também foi desenvolvido pela Speedbird e realiza todo o voo de forma automatizada. Por uma questão de legislação, no entanto, é acompanhado por um operador, que pode intervir caso necessário durante os trabalhos. Drone carrega caixa para entrega de comida André Alves e Eduardo Yamanaka/Nectar Audiovisual Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Autorização da Anac permite testes além da linha de visada visual, quando o operador não precisa ter contato visual para operar a aeronave. Ifood prevê rota entre shopping e condomínio. Campinas pode ser 1ª do país a ter entregas de refeições por drones Os testes que podem colocar Campinas (SP) como a primeira cidade brasileira a ter delivery de alimentos por meio de aeronaves devem começar em outubro, segundo o vice-presidente de crescimento e inovação do Ifood, Bruno Henriques. A plataforma de pedidos é parceira das companhia Speedbird Aero, que conseguiu autorização da Agê...

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Prefeitura oferece vagas com salário de até R$ 7,9 mil em Jaru, RO

Inscrições podem ser feitas a partir desta terça-feira (12), de graça. Contratos de seletivo terão duração de 12 meses, mas podem ser prorrogados. Prefeitura de Jaru abre processo seletivo Rinaldo Moreira/ G1 A prefeitura de Jaru (RO), a 290 quilômetros de Porto Velho, está oferecendo vagas de trabalho via processo seletivo. As oportunidades são para a área da saúde. O salários vão de R$ 2,2 mil a R$ 7,9 mil. Segundo edital (veja aqui), serão contratados médico pediatra, médico ginecologista/obstetra, médicos psiquiatras, fisioterapeutas e psicólogo . Os interessados podem se inscrever a partir desta quinta-feira (12) através do site da prefeitura de Jaru. O prazo vai até o dia 18 de agosto e não há taxa de inscrição. A seleção será feita com análise curricular, diz a prefeitura. Todos os convocados serão contratados por 12 meses, mas o edital do seletivo prevê prorrogação no contrato por igual período.

Inscrições podem ser feitas a partir desta terça-feira (12), de graça. Contratos de seletivo terão duração de 12 meses, mas podem ser prorrogados. Prefeitura de Jaru abre processo seletivo Rinaldo Moreira/ G1 A prefeitura de Jaru (RO), a 290 quilômetros de Porto Velho, está oferecendo vagas de trabalho via processo seletivo. As oportunidades são para a área da saúde. O salários vão de R$ 2,2 mil a R$ 7,9 mil. Segundo edital (veja aqui), serão contratados médico pediatra, médico ginecologista/obstetra, médicos psiquiatras, fisioterapeutas e psicólogo . Os interessados...

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